[[legacy_image_198348]] Um dos quatro trabalhadores que ficaram feridos na tarde desta segunda-feira (8) com o desabamento de parte da estrutura de madeira que sustentava o telhado do Clube Atlético Santista, localizado no bairro Encruzilhada, em Santos, terá que passar por cirurgia. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios De acordo com o arquiteto responsável pela obra, Gustavo Nunes, os outros três trabalhadores já receberam alta e passam bem. " Apenas um continua internado porque teve uma fratura no fêmur e precisará de cirurgia". Liberado pela Defesa Civil A Defesa Civil de Santos esteve no clube na tarde de segunda-feira (8) e constatou que os escombros não oferecem risco aos pedestres e às demais estruturas do imóvel. No entanto, a causa do acidente será apurada pela perícia da Polícia Técnico Científica. E, por isso, as obras no local estão suspensas. O clube está desativado há dois anos e tem cerca de 130 sócios. O que será feito no local, ainda não foi divulgado. De acordo com coordenador de risco da Defesa Civil, Gabriel Correia Florencio, a estrutura que desabou era completamente de madeira. “Já tinham anteriormente retirado a parte de telha. Então estavam fazendo a demolição controlada e parcial dessa estrutura em madeira do telhado. As bases das paredes eram em concreto e a parte externa, que subia até a outra ponta, era madeira” .Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Edificações (Siedi) informou que o pedido de demolição foi feito pelo proprietário do imóvel, que teve o alvará de licença expedido para o serviço particular no último dia 28.A pasta ainda esclareceu que quem deve responder pelo serviço é o profissional (engenheiro ou arquiteto) que assinou a RRT ou ART da execução da demolição. “À Prefeitura cabe fiscalizar se há profissional, o qual existe e consta no processo administrativo de pedido de demolição”.