[[legacy_image_47633]] Uma visita ao Monte Serrat, em Santos, se tornou um dos passeios mais conhecidos da população local e dos turistas. Mas, em tempos de pandemia de coronavírus, muitos ficam impossibilitados de aproveitar a história do bondinho, a vista do mirante, o Santuário da Padroeira de Santos e muitos outros pontos relevantes. Pensando nisso, a equipe de A Tribuna preparou esta videorreportagem especial para os leitores ‘matarem a saudade’ do local, ou até mesmo para apresentar o lugar aos que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-lo. Confira no vídeo abaixo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! [[legacy_youtube_caKCUFhSZUU]] De acordo com a guia de turismo Marlene Santana, o cassino, assim como o bondinho funicular, foi fundado em 1927. “Funcionou de 1934 até 1946, quando o jogo de azar foi proibido no Brasil. Mesmo depois disso, continuou como espaço destinado aos eventos”, explica a profissional. “Hoje, recebemos turistas de todo o país, assim como de fora dele, com excursões escolares, turísticas, entre outros”. Segundo Marlene, entre as maiores atrações do Monte, está o bondinho, a cafeteria, a casa de máquinas, os ‘espelhos mágicos’ e também o Santuário da Padroeira de Santos, que já teve até milagre atribuído no local. “No espaço do nosso antigo cassino, temos um salão de festas com piso e cadeiras originais, onde fazemos celebrações após casamentos até hoje”, explica. Além disso, o mirante oferece uma vista de 360° da cidade de Santos, assim como parte de São Vicente, Guarujá e Cubatão. O bondinho funicular A reportagem de A Tribuna entrevistou um dos maquinistas para saber como funciona o mecanismo do bondinho funicular. De acordo com Cícero Vicente de Araújo, que trabalha no local há mais de uma década, existem dois freios, um manual e outro ‘automático’, que é acionado apenas em casos de emergência. [[legacy_image_47634]] “Para subir ou descer, todo o comando é feito aqui”, explica Araújo, enquanto aponta para uma espécie de ‘volante’. Segundo o maquinista, cada movimento feito para um dos dois bondinhos reflete no outro. “Quando um sobe, o outro desce, é automático”, afirma. A guia de turismo também explicou sobre a importância do bondinho para a comunidade que vive no Monte Serrat. “Além de ser um ponto turístico, também é um transporte para quem vive aqui. Auxilia a locomoção de crianças, gestantes, idosos, entre outros”, descreve Marlene. ‘Sob nova direção’ há cerca de um mês, o bondinho apresenta novos valores para o transporte. “Nossas tarifas diminuíram. Durante a semana, a cobrança da 'passagem' é de 15 reais. Aos finais de semana e feriados, é cobrado o valor de 20 reais. Vale lembrar que estudantes e idosos pagam meia-passagem", explica a guia. De acordo com Marlene, é possível transformar um 'passeio rápido' no local em programa para um dia inteiro. “Podem ficar aqui em cima, curtindo o espaço, o tempo que quiserem. Funcionamos das 8h até as 20h”. Por fim, a equipe de A Tribuna entrevistou um casal que passeava pelo Monte Serrat. O aposentado Alfredo Pommella é morador de Santos e já aproveitou o lugar em outras oportunidades. “Meus netos adoraram os espelhos”, brinca. Por sua vez, sua companheira, a também aposentada Darcy Carfaro, mora fora da Baixada Santista e fazia o passeio pela primeira vez, mas aprovou: “É muito bonito. A vista é maravilhosa e pretendo voltar outras vezes, estou encantada”. [[legacy_image_47635]]