[[legacy_image_283260]] São mais de seis meses sem uma resposta. O desaparecimento do velejador Edison Gloeden, conhecido como Alemão, segue trazendo angústia e tristeza para familiares e amigos. Ele saiu para velejar no dia 15 de janeiro, em Santos, e nunca mais foi visto. A Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros realizaram buscas pela embarcação que levava Gloeden, o veleiro "Sufoco III". Duas semanas depois, no dia 31 de janeiro, as mesmas foram suspensas. O Comando do 8° Distrito Naval informou que, durante esse período, foram empregados uma série de meios para tentar localizar a embarcação na baía de Santos, envolvendo outras embarcações e seis aeronaves. "Neste período, foram realizadas buscas em uma área de aproximadamente 80.000 MN² e, infelizmente, nenhum indício que pudesse contribuir para a localização da embarcação e do condutor foi encontrado", informou a Marinha em nota. O comunicado foi emitido no último dia 15, quando se completaram seis meses do desaparecimento. A Tribuna tentou contato com a esposa do velejador, Maria de Fátima Calaca Alves, e com um amigo próximo de Gloeden, Paulo Lichtner, mas ambos optaram por não conversar sobre o tema. Relembre o casoEdison Gloeden saiu em um domingo, como já estava acostumado, para testar o piloto automático da embarcação. Por ter experiência nesse tipo de assunto, ele foi sozinho no veleiro. No período de buscas, diversos guarda-vidas atuaram com auxílio de botes de salvamento inflável na tentativa de localizar o corpo, mas sem êxito. Não há pistas do que possa ter provocado o sumiço do velejador. Em fevereiro, familiares e amigos promoveram uma manifestação em frente à sede da Capitania dos Portos, na Avenida Conselheiro Nébias, em Santos. Na ocasião, eles pediam que as buscas por Alemão fossem retomadas.