[[legacy_image_210543]] Parte da história santista, os últimos resquícios dos trólebus, suas redes desativadas, vão sumir do cenário da Cidade em breve. Além disso, a Prefeitura também contratou um serviço para mapear os cabeamentos de cerca de mil postes públicos que pertenciam à extinta Companhia Santista de Transportes Coletivos (CSTC). Esse mapeamento vai acontecer até o fim do ano. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ainda não há data definida para que o serviço seja executado, entretanto, segundo a Prefeitura, a previsão é de que a Seven Engenharia e Consultoria Elétrica Ltda. retire componentes das redes desativadas nos postes do antigo trólebus, que atualmente está fora de circulação. Como era O sistema de trólebus de Santos foi inaugurado em 12 de agosto de 1963. A frota tinha 50 trólebus Fiat Alfa-Romeo Marelli Pistoiese, importados da Itália, com capacidade para 95 passageiros, sendo 52 sentados e 43 em pé, idênticos aos trólebus importados pelo Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (Bahia). A primeira linha a operar em Santos foi a 5, que saía da Rua Martin Afonso e seguia até a Praça Visconde de Taburai, na Afonso Pena com o Canal 5. À época, a Cidade tinha 76 km de rede elétrica. Com o passar dos anos, a dificuldade na reposição de peças para os veículos importados fez a frota municipal ser reduzida a 25 carros em três linhas, em 1979. Segundo a CET-Santos, há hoje na frota um veículo elétrico, um híbrido e seis trólebus, cuja circulação está suspensa (linha 20, entre as praças Mauá e Independência), porque há um trecho que necessita de readequação.