Márcia Okida atua como designer gráfico, artista visual, curadora e pesquisadora da linguagem das cores (Divulgação) A arte feminina de Santos mais uma vez conquista espaço na prestigiada exposição “Batom, Lápis e o que Elas Quiserem”, evento internacional que faz parte do Salão Internacional de Humor de Piracicaba. Em sua 15ª edição, que acontece em 2025, a mostra contará novamente com a participação da designer e artista visual santista Márcia Okida, selecionada pela terceira vez consecutiva. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Desta vez, duas obras da série “Mulheres Minimalistas” foram escolhidas para compor a exposição: retratos da cantora Gal Costa e da atriz Zezé Motta. Okida utiliza formas geométricas e cores expressivas para homenagear essas duas referências da cultura brasileira. “Ser selecionada novamente para essa exposição me motiva a continuar retratando mulheres icônicas dentro do meu estilo gráfico. Gal Costa e Zezé Motta são símbolos de resistência e talento, e foi um grande desafio sintetizar suas identidades visuais com a estética minimalista que trabalho”, destaca a artista. Okida utiliza formas geométricas e cores expressivas para homenagear Zezé Motta (Divulgação) Sobre a exposição Criada em 2011, a mostra “Batom, Lápis e o que Elas Quiserem” nasceu com o propósito de dar visibilidade à produção feminina no humor gráfico, um cenário historicamente dominado por homens. O evento é organizado pelo Centro Nacional de Documentação, Pesquisa e Divulgação de Humor Gráfico de Piracicaba (CEDHU Piracicaba) e reúne trabalhos como cartuns, caricaturas, charges, ilustrações, esculturas, HQs e tiras, destacando a diversidade e a originalidade das artistas participantes. A exposição acontece de 08 de março a 06 de abril de 2025, no Engenho Central, em Piracicaba, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher. Sobre a artista Natural de Santos, Márcia Okida atua como designer gráfico, artista visual, curadora e pesquisadora da linguagem das cores. Com mais de 26 anos de experiência como professora universitária, foi responsável pela criação do primeiro curso de graduação em Produção Multimídia e Cinema da região, formando milhares de profissionais no setor criativo. Seu trabalho artístico carrega influências do design gráfico japonês, do construtivismo e do minimalismo geométrico. Em 2024, lançou seu livro autobiográfico “Márcia Okida: cores, formas e sonhos possíveis”, consolidando sua trajetória no cenário artístico e cultural.