[[legacy_image_131542]] No primeiro dia de liberação da dose de reforço para adultos, independentemente de idade, em Santos, o movimento foi intenso nos postos de vacinação. A preocupação com a variante ômicron do coronavírus foi o que motivou muita gente a buscar a terceira dose. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em duas horas de atendimento, mais de 160 pessoas já tinham sido atendidas na Escola de Samba União Imperial, no Marapé. O atendimento mais que dobrou entre 8 e 10 horas, nesta segunda-feira (6), segundo os funcionários do local. Na Igreja Nossa Senhora do Rosário da Pompeia, a procura foi ainda maior. Em duas horas, cerca de 300 pessoas já tinham recebido a dose de reforço. [[legacy_image_131543]] Assim que soube que poderia ser imunizado pela terceira vez, o zelador Nonato dos Santos, 52 anos, decidiu logo cedo ir ao posto. E não foi à toa. Ele teve covid-19, ficou internado por 21 dias. Precisou até ficar na UTI. “Foi terrível. Um susto. Fiquei com muita falta de ar. Não quero passar por isso de novo. É importante tomar vacina e ficar seguro”. A auxiliar de enfermagem, Edeane Nascimento, 26 anos, nem pensou duas vezes. Ela também aposta na dose extra para tentar garantir a saúde nesse momento em que a nova variante volta a causar apreensão no mundo. “Perdi um tio no começo do ano. Ele tinha 70 anos e não deu tempo de ser vacinado, infelizmente. Talvez, se tivesse sido imunizado tivesse sobrevivido. Então, acho que todo mundo tem que tomar todas as doses de vacina disponibilizadas”. Opinião compartilhada pelo iluminador Eric Bertti, 37 anos. “Quanto mais cedo possível as pessoas tomarem vacina, melhor. Caso contrário, não há um controle da situação”.