Se aprovada, ligação viária uniria as ruas Marquês de São Vicente e Gaspar Ricardo, encurtando trajeto em Santos (Alexsander Ferraz/ AT) A proposta para a construção de um pontilhão para veículos sobre o Canal 1, em Santos, no litoral de São Paulo, avançou nesta quinta-feira (24). O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Santos (Condepasa) aprovou a iniciativa, pela qual se pretende criar uma opção de travessia entre o Campo Grande e o Marapé. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O projeto prevê a instalação da estrutura sobre o Canal 1, paralelamente à linha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), entre as ruas Marquês de São Vicente e Gaspar Ricardo. A nova ligação é uma antiga reivindicação de motoristas que circulam pelo trecho. Atualmente, quem sai da Rua Marquês de São Vicente em direção ao outro lado do canal precisa entrar na Avenida Senador Pinheiro Machado, seguir pela margem do Canal 1 e realizar o retorno apenas na Rua Carlos Gomes, quatro quadras depois. A implantação do pontilhão permitiria uma ligação mais direta e poderá reduzir o percurso feito pelos veículos na região. A medida também deverá ser considerada nos estudos da Prefeitura voltados à melhoria da circulação no entorno. Próxima etapa Apesar do aval do Condepasa, a construção ainda não está definida. Segundo a Prefeitura, a proposta será encaminhada para análise do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), que também precisará aprová-la, devido ao tombamento dos canais da Cidade em nível estadual. A Administração Municipal informou que a autorização dos conselhos é necessária para permitir o avanço dos estudos voltados a possíveis melhorias no trânsito da região. Com o sinal verde do Condepasa, o próximo passo será, justamente, a avaliação estadual. Somente depois dessa etapa será possível avançar na análise técnica da intervenção e definir de que forma a planejada travessia poderá ser incorporada ao sistema viário. Agora, esperar A Prefeitura não informou se já há projeto executivo para a obra nem apresentou estimativa de custos ou prazo para a eventual construção. Essas definições dependerão do andamento dos estudos e das próximas etapas de aprovação da proposta viária.