[[legacy_image_239686]] A Prefeitura de Santos deu mais um passo em seu processo de reforma administrativa. Após mudanças de nomes de secretarias e coordenadorias, foi anunciada, na segunda-feira (16), a criação da Secretaria das Prefeituras Regionais, antes denominada de Gestão. Ela será comandada por Thiago Marinho Fernandes Leal, que foi secretário adjunto da pasta de Serviços Públicos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Outra mudança é a criação da pasta de Finanças e Gestão, sob o comando de Adriano Leocádio. Segundo o prefeito Rogério Santos (PSDB), estas foram as últimas movimentações do tipo. “Quando você faz um planejamento de trabalho para quatro anos, que é o tempo do seu mandato, há períodos. Nos dois primeiros anos, foi o momento do planejamento e da busca por recursos. Agora, o compromisso é tirar do papel, fazer com que as obras saiam do papel. Por isso, essas mudanças foram necessárias”, explica. O prefeito ressalta que a reestruturação das secretarias não provocou novas despesas. “Reconfigurei secretarias, mas não ampliei o número de cargos. Como havia a necessidade da criação da (pasta) de prefeituras regionais, peguei os cargos que eram da Secretaria de Gestão, enquanto a pasta de Finanças acaba acumulando também a de Gestão”, comenta. Prefeituras regionaisDe acordo com o prefeito, a principal tarefa da nova Secretaria de Prefeituras Regionais é fortalecer as prefeituras regionais e estreitar a relação do Poder Público com a população, com incremento no trabalho de zeladoria. “A gente vem fazendo um trabalho no sentido de dar mais autonomia aos prefeitos regionais. Por exemplo: você tinha um contrato de poda ou de corte de grama; o prefeito regional tinha que ter a autorização do gabinete do secretário, para que aquilo fosse autorizado, dentro de um contrato centralizado. Hoje, esses contratos, embora sejam únicos, já estão descentralizados. A criação da secretaria é a maturação de todos esses processos burocráticos”, define Rogério. Ele lembra, ainda, que as prefeituras regionais (Área Continental, Zona Noroeste, Morros e Centro Histórico) ganharam mais uma, com a separação de Orla e Zona Intermediária. “Essa mudança é por uma distribuição geográfica melhor e fortalecimento no atendimento”, justifica. Finanças e gestãoRogério Santos afirma, ainda, que a junção das pastas de Finanças e Gestão reforça a preocupação com as contas públicas em suas diversas esferas. “A Secretaria de Gestão controla não só a questão da folha de pagamento, mas também os contratos de locações da Prefeitura, sejam imóveis ou contratos de serviços. Assim, tornaremos mais próximas a questão dos gastos e a do controle das finanças.”