Conforme a Prefeitura, serviços ocorriam, mas operavam “de forma reduzida”, só com pessoal próprio (Alexsander Ferraz/AT) Em um contrato com valor anual de R\$ 13,440 milhões e duração de um ano, prorrogável por até uma década, a Prefeitura de Santos admitiu uma empresa de engenharia para serviços contínuos de manejo de árvores. O acordo foi firmado no dia 18. Agora, também serão atendidos os Morros e a Área Continental. A Palmácea Jardins Ltda. venceu concorrência pública para fornecer mão de obra e equipamentos para poda, transplante de resíduos, condução de árvores, remoção de troncos e raízes e para retirada e tomografia de árvores — exame para avaliar a saúde e a estrutura delas. O Município destaca que, antes, havia cinco equipes de poda e remoção, com apoio de equipamentos complementares. Agora, serão 13, com pessoal operacional especializado em poda por altura e ações como poda, retirada e tomografia. “Além disso, a idade máxima dos veículos caiu de dez para cinco anos. O número de funcionários também registrou aumento (...) de 45 para 75, diz a Prefeitura, em nota. Também são previstos trabalhos de poda com técnicas de escalada. O chamado “arborismo técnico” ou rapel será empregado em casos de poda e remoção de plantas em altura, sobretudo em áreas com interferência de edificações, redes elétricas e em vias públicas. O manejo arbóreo está vinculado à Secretaria Municipal de Prefeituras Regionais, com supervisão da Coordenadoria de Paisagismo (Copaisa). Problemas Conforme a Prefeitura, poda e remoção nunca foram suspensos, mas operaram “de forma reduzida por dependerem exclusivamente da equipe própria da Copaisa”. A contratação já deveria ter ocorrido, mas demorou porque o processo havia sido suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Após liberado, “foram necessárias adequações complexas no edital e nas planilhas de custos, o que demandou tempo para revisão. Posteriormente, na fase do pregão, as nove primeiras empresas classificadas foram inabilitadas por não atenderem às exigências técnicas, sendo habilitada a décima empresa”, o que também foi alvo de recursos.