[[legacy_image_14311]] Uma escultura feita com restos de madeira queimada exposta defronte à Estação da Cidadania, em Santos, faz um alerta mundial: a preocupação com o clima. O manifesto simbólico do marceneiro Pedro Batista Ranciaro, de 70 anos, integrou uma mobilização organizada nesta sexta-feira (20) na cidade por cerca de 15 coletivos e ativistas da região. [[legacy_image_14312]] No local, houve oficinas, como parte do movimento #GrevePeloClimaBrasil, confirmado em mais de 50 cidades do país até a próxima sexta-feira. Ele integra a Greve Global pelo Clima, promovida em 150 países e com o propósito de ser a maior ação da história para conscientizar adultos a frear a mudança climática. “O meio ambiente é tudo a nossa volta, a vida, a água, o clima. E, hoje, presenciamos o aumento do aquecimento global. As oficinas chamam a atenção para esses fatos”, explica uma das organizadoras, Naiara Torres dos Santos, de 28 anos, do projeto Verde Mato. A mobilização começou às 14h e teve atividades, como oficina de bombas de sementes, de produção de xampu de frutas, ensinamentos sobre plantas alimentícias não convencionais e música. Alunos do 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental da escola santista Aquarela participaram. A estudante Ana Lectícia Delfino Monteiro, de 17 anos, foi por conta própria, pois acha preciso se mobilizar, sobretudo após o aumento das queimadas na Amazônia. “Temos que nos preocupar porque é o nosso planeta”. Mais ações Outra mobilização ocorrerá na próxima sexta, às 17h30, na Estação da Cidadania (Avenida Ana Costa, 340, Campo Grande). Neste sábado (21), com saída da Praça das Bandeiras, no Gonzaga, houve mutirão de limpeza promovido por empresas portuárias e aberto ao público nas praias da cidade. Voluntários da Capitania dos Portos e da Marinha coletaram resíduos no mar.