[[legacy_image_220653]] Na quinta-feira (10), às 18 horas, a Prefeitura de Santos promove, no auditório do Centro Administrativo (Rua Dom Pedro II, 25, térreo, no Centro), a segunda audiência aberta ao público sobre a proposta de concessão do serviço municipal de iluminação pública. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na audiência, serão apresentadas e debatidas as manifestações recebidas durante a consulta pública encerrada em 2 de setembro. A proposta de concessão terá valor máximo do contrato de R\$ 194,4 milhões e duração de 30 anos. Ela prevê a troca da iluminação pública por luzes do tipo LED, controle a distância dos pontos de luz, redução do consumo de energia em mais de 50% e a instalação de uma usina de geração de energia solar. Atualmente, das 29.457 luminárias da Cidade, segundo a Prefeitura, 40% são do tipo LED (11.879), 37% de vapor de sódio (10.809) e 23% de vapor metálico (6.769). Com a troca, a Administração prevê redução de 53% no consumo mensal de energia, dos atuais 2.803.896 quilowatts/hora (kWh) para 1.308.015 kWh. O custo mensal com energia elétrica deve passar de R\$ 1,2 milhão para R\$ 749,5 mil. A planejada usina de geração fotovoltaica, que transforma a luz do sol em energia, ainda não tem um local de construção definido. “Isso (o empreendimento) será um ganho significativo, porque é uma geração de energia limpa, que não causa efeitos ao meio ambiente”, explica o engenheiro eletricista Dionéio Alves, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe, instituição com a qual a Prefeitura fez o estudo da proposta de concessão). [[legacy_image_220654]] A energia solar gerada poderá manter toda a iluminação da orla, incluindo faixa de areia, jardins e as avenidas à beira-mar, do José Menino à Ponta da Praia, diz a Prefeitura. O investimento seria de R\$ 22,8 milhões em uma usina de 5 mil metros quadrados (m2), e o Município pagaria contraprestação mensal de R\$ 2,5 milhões, valor que deverá ser coberto com a arrecadação da Contribuição para Iluminação Pública (CIP). Também está prevista a adoção de um sistema de telegestão dos pontos de iluminação, que significaria o controle a distância das luminárias (acionamento, desligamento e regulagem) e a iluminação especial de mais de 60 locais de destaque, entre monumentos, obras, equipamentos e atrações turísticas e históricas. “Com a telegestão, teremos o controle absoluto sobre o sistema, verificando de forma remota se as luminárias estão com defeito, para realizar a manutenção, podendo diminuir e até aumentar a iluminação num determinado ponto. Durante a queima de fogos do Ano-Novo, por exemplo, as torres da praia poderão ser acionadas e desligadas a distância, sem a necessidade de envio de equipes”, destaca o secretário de Serviços Públicos, Wagner Ramos.