Levantamento foi antecipado devido à quantidade de lixo na rede em Santos (Prefeitura de Santos/ Divulgação) A Secretaria das Prefeituras Regionais de Santos, no litoral de São Paulo, antecipou a limpeza da rede de drenagem em vias do Rádio Clube. O motivo é a continuidade de um trabalho que será útil para a construção de uma estação elevatória com comportas (EEC, de número quatro) a fim de conter alagamentos no bairro. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O levantamento, chamado estudo planialtimétrico, identifica a profundidade da rede, a quantidade de sedimentos acumulados e as condições de funcionamento do sistema de drenagem. A antecipação ocorreu a pedido da Sabesp, conforme a secretaria. Já haveria limpeza, mas a intervenção foi adiantada porque se achou grande quantidade de lixo descartado irregularmente na rede. As equipes atuam nas ruas Vereador Álvaro Guimarães e Leonel Ferreira de Souza e nas avenidas Hugo Maia e Brigadeiro Faria Lima. O secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Wagner Ramos, informou que o estudo deve ser concluído neste mês e, em breve, se lançará a licitação da EEC4, orçada em R\$ 42 milhões. A verba virá do banco CAF (Corporação Andina de Fomento). Ramos explica que o estudo serve para avaliar as condições dos poços de visita, responsáveis pela conexão da rede de drenagem. “Para que a drenagem seja conduzida de forma apropriada até a estação de bombeamento, precisamos verificar se há algum comprometimento ou assoreamento dessas redes.” O contrato para o estudo, de R\$ 92 mil, foi firmado com a empreiteira Terraminas Consultoria Ltda.. Estação operando Santos tem uma EEC em operação. Desde 2023, a EEC7 atende os bairros Castelo e Areia Branca, com capacidade para armazenar mais de 4 milhões de litros e vazão de 6 mil litros por segundo, distribuída entre três bombas. No Saboó, está sendo construída a EEC 6. Em chuvas fracas e maré baixa, a água escoa por gravidade para o Rio dos Bugres. Com maré alta, as comportas se fecham, e as bombas levam água ao rio. Em situações de chuva forte e maré alta, as comportas permanecem fechadas, e as três bombas operam simultaneamente para lançar a água no Bugres.