[[legacy_image_130600]] A Prefeitura de Santos tem nos planos para 2022 a realização dos desfiles das escolas de samba, mas, nesta sexta-feira (3), após a coletiva de imprensa na sede do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (6º BPM/I) sobre as medidas de segurança para o Réveillon, o prefeito Rogério Santos (PSDB) revelou para A Tribuna que o evento pode não acontecer em razão doavanço da variante Ômicron, nova cepa da covid-19 que já está no Estado. As bandas de rua estão proibidas na cidade. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Rogério informou que tem conversado com a Liga Independente Cultural das Escolas de Samba de Santos (Licess) sobre a realização do desfile e, apesar do otimismo, afirma que a festividade pode ser cancelada a qualquer momento. "Há dois meses, além de dizer que não teríamos queima de fogos (no Réveillon), estabelecemos que não teremos as bandas de rua. A Liga das Escolas de Samba têm agido de maneira responsável e colaborativa. Elas sabem que, a qualquer momento, a decisão de não ter o desfile pode acontecer, baseado na ciência e em fatos", disse o prefeito. Temporada de verãoAinda durante a coletiva, o chefe do Executivo anunciou que os shows e eventos relacionados à temporada de verão não terão capacidade máxima de público. Um efetivo de segurança será montado em parceria com a Polícia Militar para garantir a segurança física e sanitária a moradores da cidade e turistas. "O percentual máximo dos eventos controlados deve chegar a 80%", destaca o prefeito. Em relação aos eventos ao ar livre, Rogério informou que o controle de aglomerações será feito por uma força-tarefa de segurança pública. "Montamos uma força-tarefa específica para esse verão, exatamente para garantir a temporada da retomada econômica, mas com qualidade, valorizando o comércio e o turismo". O grupo de atuação será coordenado pela Secretaria de Governo. [[legacy_image_130601]] VacinaçãoMais de 342 mil moradores de Santos já completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, recebendo as duas doses ou dose única, no caso do imunizante da Janssen. O número representa 79% da população da cidade. O prefeito ressaltou que no desfile de Carnaval e eventos em locais fechados, é importante a exigência da carteira de vacinação para todos os participantes. "O mais importante é a exigência, em locais fechados, da carteira de vacinação. Vamos receber pessoas de fora. Por isso, a exigência da carteira de vacinação em eventos com aglomeração é fundamental", finaliza Rogério Santos.