Serviços continuam até o final do ano (Vanessa Rodrigues/AT) Entre paralisações e retomadas, veio o adiamento: as obras da Praça José Bonifácio, no Centro de Santos, foram prorrogadas por mais 120 dias e a revitalização deve ser finalizada até o fim do ano. A previsão inicial era para este mês. Apesar do adiamento de quatro meses, a Prefeitura de Santos garantiu que não houve alteração no investimento de quase R\$ 3,9 milhões pagos à Jea Construtora, vencedora da concorrência pública. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Ainda conforme a Administração Municipal, o adiamento da entrega se deve ao “prolongado período de mau tempo e das frequentes chuvas”, além de interferências identificadas quando do início das obras e da necessidade de obtenção, em outras jazidas, do mosaico português, necessário para os serviços. “Some-se a isso as características próprias das pedras, de dimensões inferiores às encontradas no mercado especializado”, disse a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos de Santos, em nota para a Reportagem. A publicação no Diário Oficial do Município que informa sobre a prorrogação do prazo estabelece que os 120 dias sejam contados a partir do último dia 5. Ou seja, a data final para a entrega da Praça José Bonifácio deve ser o início de dezembro. No entorno da praça há pontos relevantes da paisagem santista, como a Catedral, o Fórum e a sede da Sociedade Humanitária dos Empregados no Comércio. Paralisação temporária Em março, as obras na Praça José Bonifácio sofreram uma paralisação temporária motivada por incorreções no andamento dos serviços. No início daquele mês, a Administração Municipal publicou no Diário Oficial do Município uma advertência à construtora responsável pelas obras, em que mandava interromper os trabalhos que estavam sendo conduzidos de “forma inadequada”, mesmo após advertências do Governo. Na época, o secretário de Serviços Públicos de Santos, Wagner Ramos, afirmou para A Tribuna que o impasse havia sido resolvido. O principal motivo da notificação, segundo ele, era que o desenho da praça precisava ser resguardado por ser área tombada como patrimônio histórico e a empresa precisava apresentar projetos de drenagem e de elétrica, o que não havia sido feito até então.