[[legacy_image_109050]] Com as escolas de samba de Santos autorizadas pela Prefeitura a começarem os trabalhos já de olho no Carnaval 2022, os representantes das 17 agremiações estão animados com a festa prevista para acontecer nos dias 18 e 19 de fevereiro. Agora, é preciso aguardar a autorização do Governo de São Paulo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O presidente do Conselho do Samba, Beto Magistral, se diz eufórico com a possibilidade de retomada do Carnaval para o próximo ano. "O sambista samba o ano todo e esse novo normal que chega é essencial. Seguindo todos os protocolos, acredito que ficaremos mais felizes e a festa ajudará a lidar com a tristeza do momento, que envolve a perda de familiares e amigos. O Carnaval é a alegria do brasileiro". Além da alegria, o sambista destaca a volta da perspectiva de trabalho para as pessoas desempregadas. "As escolas geram empregos e essa volta vai ajudar muita gente nesse momento". Já o presidente da Liga das Escolas de Samba de Santos (Licess), Fabio Przygoda, explica que é um momento muito importante para o samba santista. "Foi dado o start para o Carnaval do ano que vem, respeitando sempre o Plano São Paulo e os cuidados à Saúde. "Com liberações em outros setores, acredito em uma resposta positiva também para o Carnaval do próximo ano. Essa é a nossa maior expectativa". Quem também achou a reunião produtiva foi o presidente da Unidos da Zona Noroeste, João Marcos dos Santos. "As coisas estão voltando, como o futebol e os eventos, então estava na hora do Carnaval. Sempre cogitamos que teríamos Carnaval em 2022, então não paramos de trabalhar. Agora, temos essa confiança". O presidente da Unidos dos Morros, Fábio Fernandes Carvalho, o Chitinha, diz que chegou o momento de acelerar os trabalhos. "Já tínhamos samba-enredo e estávamos fazendo os pilotos dos protótipos das fantasias. Vamos começar a produzir os carros alegóricos e confiar que faremos uma festa linda daqui a cinco meses".