Rosana Valle perdeu 3,6 pontos em relação à pesquisa anterior e Rogério Santos, 1,2 pontos ( Reprodução/ Facebook ) Rosana Valle (PL) se manteve numericamente à frente de Rogério Santos (Republicanos), mas o prefeito reduziu a distância para a deputada federal, de 4,6 para 2,2 pontos percentuais. Na prática, o empate técnico persiste. E os dois candidatos à Prefeitura santista perderam fôlego em relação à sondagem anterior, pois houve crescimento em intenções de voto para a candidata Telma de Souza (PT) e no total de indecisos. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! É o que indica o mais recente levantamento do Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT), o primeiro desde o início da propaganda eleitoral, que começou oficialmente no dia 16. Rosana está com 35,9% das intenções de voto, ante 33,7% de Rogério Santos, 16,3% de Telma de Souza e 1,4% do empresário Nando Pinheiro (Avante). Na pesquisa anterior, feita nos dias 7 e 8 deste mês, Rosana tinha 39,5%, Rogério estava com 34,9%, Telma aparecia com 14,2% e Pinheiro, com 1,1%. A fatia de eleitores que não sabem em quem votarão em 6 de outubro aumentou de 3% para 6,9%. O crescimento superou a margem de erro do levantamento, de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Não votariam em ninguém 4,1% (eram 5,9%), e 0,1% não votará (igual). Os dados são da pesquisa estimulada, em que se indicaram os nomes dos candidatos aos entrevistados. () Espontânea Quando se perguntou o voto de eleitores, mas sem indicar nomes, Rogério Santos passou Rosana Valle numericamente, mas dentro da margem. É um vaivém: em junho, ele ganhava por 13,5% a 12,4%; na pesquisa anterior, ela venceu por 18,3% a 17,3%; agora, ele tem 18,9%, e ela, 17,5%. Também na margem de erro, Telma de Souza subiu (de 3,4% para 4% e, agora, 5,1%). As menções ao deputado federal e ex-prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) ficaram em 0,5% (ante 4,9% e 2,5% nas sondagens anteriores) e, desta vez, Nando Pinheiro foi citado por 0,1% — mesmo percentual de “Rogério Santos ou Rosana Valle” (registrado da forma como se respondeu), Jorge Fernandes, Índio e Marcelo Téo. () O percentual de indecisos se mantém (55,5% em junho, 55,2% nos dias 7 e 8 e 55% agora), enquanto 1,9% não votará em ninguém, branco ou nulo (eram 6,7% e, depois, 1,8%) e 0,4% não votará (ante 2,9% e 0,5% antes). () Eventual segundo turno, empate outra vez Rogério Santos (Republicanos), 44,2%, e Rosana Valle (PL), 41,7%. Seria o resultado de um eventual segundo turno entre esses candidatos à Prefeitura de Santos, conforme o Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT). Novo empate técnico — a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Em relação à sondagem anterior, Rogério subiu 0,3 ponto, e Rosana caiu 1,6. No resultado final, ele passou de 50,4% para 51,4% dos votos válidos, e ela, de 49,6% para 48,6%. Dividindo-se a Cidade em regiões, o resultado é puxado por Zona Noroeste e Morros: ali, o prefeito supera a deputada por 56,6% a 32,5%. Rosana ganha de Rogério na Orla (44,7% a 38,3%) e na Zona Intermediária (46,3% a 40,6%). Assim seria também no primeiro turno, pela pesquisa estimulada: Rosana venceu por 42,7% a 28,5% na Orla e por 37,6% a 32,8% na Intermediária. Em Zona Noroeste/Morros, deu Rogério, por 42,5% a 24,1%, e Rosana empatou tecnicamente com Telma de Souza (22,4%). () Lula e Bolsonaro: os que menos ajudam Dos entrevistados nos dias 21 e 22 pelo IPAT, 52% não votariam de jeito nenhum em um candidato a prefeito apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e 42,2% jamais dariam voto para alguém com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O apoio de Lula faria 26,7% votarem com certeza em um indicado por ele; 20,9% poderiam votar, a depender do candidato; 0,4% não soube responder. Se Bolsonaro apoiasse, 31,6% votariam com certeza, 25,7% poderiam votar e 0,5% disse não saber. Mais aceitação Se o apoiador fosse o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) ou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), a situação mudaria. Dos eleitores, 36,7% votariam com certeza em um indicado pelo tucano, e 35,2% poderiam fazê-lo, conforme o candidato, enquanto 26,6% nunca votariam e 1,5% não soube. Se a indicação partisse do governador, 35,6% votariam com certeza, 34,5% poderiam votar, 29% não o fariam nunca e 0,9% não soube. Registro O IPAT ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais, pessoalmente, em Santos, nos dias 21 e 22. Margem de erro: 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Encomendada por A Tribuna, a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral e protocolada sob o número SP-06521/2024. Nível de confiança: 95%.