[[legacy_image_38419]] Durante a pandemia, várias pessoas se reinventaram e criaram novas fontes de renda. Luana Medeiros era produtora de vídeos, mas aprendeu sozinha a secar flores. Com a perda de alguns trabalhos, ela investiu na secagem de flores não só como uma segunda fonte de renda, mas também para decorar a própria casa. Conforme o tempo foi passando durante a pandemia, a atividade se tornou sua única profissão. Assim nasceu a 'Seja Flor', especializada em secagem de flores reais, eternizadas em quadrinhos e garrafas de vidro. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Eu procurava quadros desse tipo para minha casa e não encontrava. Então passei a colher flores pelo bairro, pedi ao meu avô para fazer a prensa e aprendi a fazer a secagem e os quadros. A Seja Flor foi, além de um trabalho, uma válvula de escape durante a quarentena", conta. As datas comemorativas como o próximo Dia das Mães potencializam as encomendas. Além disso, o público de noivas também tem buscado o serviço para eternizar buquês de ensaios fotográficos e do casamento, por exemplo. Os quadros são totalmente sustentáveis, já que usam madeira de reflorestamento e materiais ecológicos para finalização das obras. Luana afirma que esta é uma forma muito especial de presentear pessoas, pois flores geram muitas lembranças. "Comecei a enxergar um propósito ao receber feedbacks e encomendas personalizadas", contou. A empreendedora contou à reportagem de ATribuna.com.br que, quando aprendeu a secagem, buscou vídeos e informações na internet por conta própria. "Minha experiência foi com o dia a dia mesmo. No começo foi difícil porque é um ramo bem novo, poucas pessoas faziam. Agora comecei a ter contatos da área, fora da região, que me ajudaram bastante e agregaram muito no meu conhecimento". [[legacy_image_38420]]