[[legacy_image_55499]] Na igreja Nossa Senhora do Rosário, na Pompeia, a procura foi grande pela vacina contra covid-19. Por volta das 9h30, mais de 20 pessoas aguardavam o atendimento, que estava bastante rápido. Pelo menos, doze funcionários se distribuíam entre a triagem e aplicação do medicamento. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O aposentado Inaldo Martins, 56 anos, não levou nem 15 minutos para receber a primeira dose da AstraZeneca. Ele conta que cumpre o isolamento com rigor desde o início da pandemia e comemorou a imunização. "Trabalhava em São Paulo e consegui me aposentar, por sorte, antes do início da pandemia, porque pegava metrô todo dia e ia ficar complicado. Então, estou cumprindo o isolamento e agora fico aliviado com a primeira dose". A corretora de imóveis, Sirlany Batista da Silva, 56 anos, também adota todos os cuidados na luta conta a covid-19, o que inclui o uso de duas máscaras. Ela conta ainda que estava ansiosa por esse momento, tanto que tentou por duas vezes tomar a vacina, mas foi em vão. "Tenho problema na tireóide e bronquite. Mas nada disso entrou como comorbidade. Então, tive de esperar agora. Mas acho que a imunização tinha que ter andado mais rápido. Mas já foi meio caminho andado". Já a funcionária pública, Lucimar Justo Lá Pastino, 59 anos, aproveitou a hora da vacinação para fazer um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro. "Poderíamos ser exemplo para o mundo se ele tivesse comprado vacina antes. Mas não quis. Investiu em algo que comprovadamente não funciona. Imunidade de rebanho só se consegue com vacina".