[[legacy_image_338518]] Duas das três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Santos registraram aumento no número de atendimentos nos primeiros 22 dias de fevereiro em relação ao mesmo período de janeiro. Na UPA da Zona Noroeste, por exemplo, 509 casos a mais foram atendidos na unidade. Já a UPA Central realizou de 140 a 160 atendimentos diários a mais neste mês. Somente a UPA Zona Leste apresentou queda, com 241 atendidos a menos com relação ao mês passado. De acordo com a Prefeitura de Santos, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), responsável pela gestão da UPA da Zona Noroeste, informou que entre 1ª e 22 de janeiro foram realizados 9.515 atendimentos no local, enquanto no mesmo período de fevereiro, foram 10.024. Isso representa, em média, 455 pacientes atendidos por dia no local neste mês. Desses números, salta aos olhos o aumento expressivo nos casos de síndromes gripais, que foram de 528 para 628 no período. Com relação às suspeitas de dengue, o aumento foi ainda maior, de 226%, passando de 38 para 124 atendimentos, ou seja, 86 casos a mais. DengueNa UPA Central, a InSaúde, organização social que gerencia a unidade, não divulgou os números cheios dos atendimentos nos meses, mas informou que em fevereiro, o local vem realizando de 140 a 160 atendimentos diários a mais do que no mês anterior. Na unidade, o destaque tem sido para as suspeitas de dengue. Durante todo o mês de janeiro, foram 65 atendimentos, enquanto até o dia 22 de fevereiro já eram 144. Já as queixas de síndromes gripais foram 153, desde o início de 2024. Na contramãoUma diminuição de pacientes foi sentida somente na UPA Zona Leste. A Pró-Saúde, que é responsável pela gestão do local, informou que foram 9.205 atendimentos de 1o a 22 de janeiro, e 8.964 no mesmo período de fevereiro. Neste mês, estão acontecendo em média, 407 atendimentos por dia. A Prefeitura ainda afirma que os serviços de urgência prestados na unidade são por motivos diversos, não havendo uma doença específica que se destaque. RepercussãoConforme o secretário de Saúde de Santos, Adriano Catapreta, a pasta municipal entende que os dados em relação à quantidade de atendimentos mostram pequenas variações, mas são absorvidos com a atual estrutura das unidades. “Desde novembro foi implantado o fast track (rastreamento rápido) em todas as UPAs, o que já mostrou resultados bastante favoráveis e diminuição no tempo de espera por atendimento dos casos de menor gravidade”.