[[legacy_image_260533]] Um ano todo para preparação de um carnaval em franca ascensão. Essa é a expectativa do de Fábio Przygoda, que foi reconduzido, na última segunda-feira ao comando da Liga Independente e Cultural das Escolas de Samba de Santos (Licess) para mais dois anos à frente da entidade. O vice será Jocemir Alves, o Mi. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "O ano de 2023 foi de desafio da retomada após dois anos sem desfiles. Para 2024, temos um ano de preparação "cheio" e a prioridade será melhorar as condições de trabalho para as escolas durante esse período, aproveitando as oportunidades e as portas que nos foram abertas para chegar a um Carnaval com ainda mais qualidade na pista e estrutura fora dela também", frisa o também presidente da Sangue Jovem. Ele comemora a recpercussão dos desfiles dest ano, que tiveram aUnidos dos Morros como campeã do Grupo Especial e a Unidos da Zona Noroeste com o título do Grupo 1. Segundo ele, o momento é de reavaliar pontos que deixado a desejar durante os festejso deste ano. "Sem dúvidas ainda há muito o que melhorar. Pretendemos focar, principalmente, em buscar melhores condições estruturais e financeiras para que as escolas desenvolvam seus projetos de Carnaval e possam entregar para a cidade um espetáculo à altura do que se espera", avalia. Przygoda acredita que o principal pontopositivo do carnaval deste ano foi o alto nível do espetáculo apresentado pelas escolas. "Mesmo com todas as dificuldades técnicas e artísticas resultantes de dois anos de paralisação e um cronograma de criação bastante atípico, que por muito tempo era visto como incerto. Mas isso foi superado com dedicação, criatividade e um trabalho forte da Liga para reposicionar o Carnaval como protagonista da cultura da cidade, com o apoio do Poder Público e dos nossos apoiadores e patrocinadores". Mãos EntrelaçadasO dirigente ainda comentou sobre o pedido de desligamento da escola Mãos Entrelaçadas, dibulgado em carta aberta no último di 10 de março. Segundo a agremiação,a decisão acontece por "(...) nossa instituição não estar compactudada ao contexto pré e pós atividades carnavalescas hoje aplicado em nossa cidade, por "pensarmos" contrário ao que diz serem o bom funcionamento e desenvolvimento do Carnaval Santista", diz o primeiro parágrafo do texto. "Como todas as agremiações filiadas à Liga, a Mãos Entrelaçadas sempre teve espaço aberto para apresentar seus posicionamentos em reuniões, plenárias e grupos de trabalho. Divergências são parte do dia-a-dia de qualquer entidade e, para nossa gestão, o interesse coletivo sempre prevaleceu acima dos individuais. Este espaço de diálogo seguiu aberto inclusive após o último Carnaval, mas a única manifestação formal que recebemos da escola desde então foi o documento solicitando a desfiliação de forma irrevogável, sem citar nenhuma questão específica que justificasse a decisão. Não caberia à Licess portanto, considerar outras manifestações que possam ter ocorrido em contexto informal, na imprensa, ou mesmo em redes sociais. Diante disso, em que pese a bela trajetória trilhada pela escola nesses 11 anos de avenida, não tivemos outra alternativa senão acatar o pedidodaagremiação.", complementa Przygoda.