[[legacy_image_148646]] A Prefeitura de Santos e a Associação dos Moradores e Comerciantes da Campos Melo e Região (Amoccam) cobram uma maior agilidade no andamento da segunda fase das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Cidade. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A segunda fase do VLT está sendo executada pela Queiroz Galvão, que foi contratada pela EMTU pelo valor de R\$ 236,515 milhões. Atualmente, 208 pessoas trabalham na obra. Na última quinta-feira, os empregados dessa construtora paralisaram as atividades, no período da manhã, para exigir uma remuneração maior, pois ela seria inferior aos valores pagos por empreiteiras que atuam na Baixada Santista. Porém, essa situação não comprometeu o prazo de execução do empreendimento. A estatal explicou que serão abertas 11 frentes de serviços até o primeiro semestre. O cronograma foi feito em conjunto com a Prefeitura de Santos e a Queiroz Galvão. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Apesar das queixas da lentidão na execução dos serviços, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) mantém a previsão que o novo modal começará a operar ainda este ano na região central do Município. Com a conclusão dessa etapa, haverá a ligação da Linha 1 Barreiros - Porto (a partir da estação Conselheiro Nébias) até a região central do Município. Esse sistema terá capacidade de transportar cerca de 35 mil pessoas por dia. Ao longo desses oito quilômetros de extensão, serão fixadas 14 estações em pontos estratégicos e de grande circulação de pessoas, como o Mercado Municipal, Poupatempo e o terminal de ônibus do Valongo. Para alinhar as ações de cobrança à estatal, uma reunião foi realizada na sede do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambienta (Gaema) - Núcleo Baixada Santista, na tarde da última quinta-feira. A promotora de Justiça Almachia Zwarg Acerbi entende que o encontro foi positivo. “O prefeito Rogério Santos (PSDB) ouviu as demandas e acredito que ele vai acompanhar mais de perto essa situação”, afirmou. A representante do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) explicou que o próximo passo será buscar um diálogo com os representantes da EMTU até o final deste mês. O chefe do Executivo municipal afirmou que a reunião foi importante para alinhar as ações e que, a partir de agora, haverá reuniões periódicas com o MP-SP e com os representantes da Amoccam para que haja uma cobrança maior da EMTU. “A nossa queixa envolve a qualidade e a demora para que a obra evolua. A gente entende que a questão da covid-19 atrapalhou, assim como a dificuldade para a compra de materiais de construção civil. A obra precisa ser tocada de forma mais célere, o que afeta diretamente os moradores e comerciantes”. O secretário da Amoccam, José Santaela Redorat Júnior, explicou que há problemas na execução do empreendimento e esses efeitos já estão sendo sentidos pelos moradores da via. Na avaliação do grupo, a lentidão no andamento dos trabalhos afeta muitos lojistas e habitantes do entorno. “O movimento de clientes caiu drasticamente nos comércios. Alguns fecharam os estabelecimentos. Outros estão mudando para outros lugares. Até mesmo comerciantes das ruas Amador Bueno e João Pessoa cogitam mudar de ponto por causa dos problemas registrados na Campos Melo”, afirmou. Novas frentes