O diretor-presidente da CET diz que os estudos estão sendo feitos por profissionais que se distribuem em diversos pontos da praia de Santos (Vanessa Rodrigues/ AT) A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estuda medidas para melhorar a fluidez do trânsito na orla da praia de Santos, no litoral de São Paulo, no sentido Ponta da Praia/São Vicente, principalmente entre o bairro Embaré e o Canal 1. Segundo o diretor-presidente da CET, Antonio Carlos Silva Gonçalves, o trecho costuma apresentar congestionamentos no final da tarde, principalmente entre 16h30 e 19h30. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O diretor-presidente da CET destaca a possibilidade de restrição de estacionamento em determinados trechos e períodos do dia, mas ressalta que nenhuma medida foi adotada por enquanto. “Não existe ainda uma ideia consolidada que fale: 'Olha, vai proibir estacionamento ou não vai tirar estacionamento no trecho, a gente precisa ter a informação correta'“, explica. De acordo com Gonçalves, os estudos estão sendo feitos por profissionais que se distribuem em diversos pontos da praia e analisam as condições do trânsito nesses locais. Além disso, eles utilizam imagens de drone para ter uma visão geral dos trechos. "A gente está pegando o máximo de informações possíveis, fazendo contagem nesses cruzamentos, vendo a quantidade de ônibus e em que momento que existe esse congestionamento, qual é o gargalo”. O dirigente destaca que existem fatores que influenciam as análises, como períodos de chuva e a quantidade de veículos, que varia conforme o dia. “Nestes últimos dias, choveu demais, então não serve como amostragem para nós. O trânsito é o seguinte: na segunda-feira é um trânsito, na terça, quarta, quinta, sexta é outro, porque a quantidade de veículos que circulam na cidade inteira muda conforme o dia da semana, nos mesmos horários”. Problema para resolver O diretor-presidente da CET acrescenta que o problema na fluidez do trânsito não é percebido apenas pelas análises feitas pela companhia, mas também é sentido pela população. “É uma coisa que a gente precisa solucionar. Não pode continuar parando do jeito que está. A gente está encarando isso para resolver, o objetivo é esse”, conclui.