[[legacy_image_194021]] Com a redução no preço médio da gasolina para as distribuidoras anunciada pela Petrobras na última terça-feira (19), já há postos que repassaram a queda ao consumidor em Santos. A Reportagem encontrou até R\$ 0,20 de diferença entre o preço do litro cobrado no último dia 15 e nesta quinta-feira (21) em Santos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O anúncio de redução feito pela estatal vale desde quarta-feira (20). O preço médio de venda às distribuidoras caiu de R\$ 4,06 para R\$ 3,86 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina que é vendida nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passa de R\$ 2,96, em média, para R\$ 2,81 a cada litro vendido na bomba, ou uma queda de 5,07%. Dados coletados por A Tribuna junto à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natual e Biocombustíveis (ANP) mostram que, entre 25 de junho e 16 de julho houve queda de R\$ 1,04 no preço médio do litro cobrado em Santos - um recuo de 14,46%. No último dia 16, a média do litro cobrado em Santos era de R\$ 6,15. Em 25 de junho esse preço era de R\$ 7,19 em média. O zelador Wagner Granada, de 55 anos, de Praia Grande, diz que notou a queda no preço de a lguns postos. “Não são todos, mas vejo que realmente caiu um pouco. É bom para a gente que usa sempre o carro”. O aposentado Maurício Silva, de 62 anos, faz muitos deslocamentos com o carro e chega a rodar até 300 quilômetros a cada dois dias. Para ele, toda redução conta. “Tenho sentido, sim. E faz toda a diferença qualquer centavo”. Para o economista e sócio da Artesanal Investimentos, Alexandre Jorge Chaia, a diferença média nas bombas após as medidas é de R\$ 0,10 a R\$ 0,12 centavos. Ele explica que os preços dos barris de petróleo no mundo tiveram queda nas últimas semanas, de em torno de US\$ 115 para US\$ 104 - ontem, o preço do barril de Petróleo Brent fechou o dia com recuo de 2,83%, cotado a US\$ 103,89. “Isso abriu espaço para a Petrobras, que usa a paridade internacional, diminuir os preços internamente. No curto prazo, não é esperado um aumento no preço do barril”, diz.