[[legacy_image_331020]] O acesso à agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Santos, que liga a Avenida Epitácio Pessoa à Alameda Armênio Mendes (antiga Rua Guaiaó), na Aparecida, em Santos, tem sido alvo de reclamações de moradores. Entre as queixas, estão a quantidade de buracos e pedras soltas na passagem, o que dificulta a vida de pessoas com mobilidade reduzida — que, em parte dos casos, passam por perícias no instituto. É a situação do operador de caixa Domingues Barros da Silva, de 36 anos. Ele, que é morador de Mongaguá e usa uma perna mecânica, diz que, ao passar pelo local, tem que fazer desvios. “Tenho que evitar alguns caminhos, não tem como passar. E, se para quem usa prótese está difícil, imagine em cadeira de rodas”, protesta. “É um lugar que deveria estar arrumado, porque vêm muitas pessoas com deficiência, como eu,” A dona de casa Tânia Maria Costa dos Santos, de 52 anos e moradora de Guarujá, acredita que o local deveria ter mais acessibilidade. Ela acompanhava o irmão, o padeiro José Hébia Costa, de 53, que passaria por uma perícia. O homem tem usado muletas enquanto se recupera de um acidente. “Viemos achando que minha amiga, que nos trouxe a Santos, ia entrar com o carro aqui, mas não tem acesso. Acho que deveria ser feita uma melhoria, para que quem venha para cá consiga estacionar o carro”, afirma a dona de casa. Vizinhos do calçadão também lamentam o mau estado de conservação. “É uma praça muito agradável. Porém, a conservação está uma miséria. Existem muitas pedras (do calçamento) soltas, é uma coisa muito perigosa”, lamenta o advogado aposentado Evandro Duarte, que mora nas proximidades. Segundo ele, as pedras soltas do calçamento servem como “munição” para pessoa em situação de rua que, por vezes, brigam no local. [[legacy_image_331021]] INSS respondeEm nota, o INSS esclareceu que o acesso é específico para a agência da Previdência Social. Segundo o instituto, a questão foi remetida à Superintendência Regional Sudeste I, para que se tomem providências.