[[legacy_image_355217]] O elevado tempo de espera para atendimento e a quantidade de pessoas na fila fez com que os pacientes ficassem insatisfeitos nessa segunda-feira (6), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Leste, em Santos. Um morador da cidade passou cerca de 6 horas no local, mas não teve o atendimento concluído. Em entrevista para A Tribuna, ele disse como tudo aconteceu. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! O homem, de 52 anos, que preferiu não ser identificado, chegou à UPA às 14h, e após esperar mais de duas horas, foi atendido por um médico. Após a consulta, o paciente foi encaminhado a realizar exame de sangue e aplicação de medicamento. Ele contou que, após a troca de plantão, a espera parecia não ter fim. “Às 19h foi a troca de plantão, aí que parou”. O morador de Santos esperou mais uma hora, e foi embora às 20h, sem realizar o exame de sangue e receber a medicação. Além disso, ele disse que as pessoas que trabalham na UPA estavam desorganizadas. “A maioria dos funcionários (estava) sem crachá de identificação”. O paciente comentou o sentimento com a situação que passou. “(Me sinto) Um lixo, pois tinham pessoas deitadas no chão”. No dia seguinte, na terça (7), ele foi trabalhar normalmente, mesmo com dores. Outro ladoA Reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Santos, que recomendou procurar diretamente a Pró-Saúde, responsável pela gestão da UPA Zona Leste. A Pró-Saúde informou que, na triagem, foi identificado que o paciente foi atendido na última segunda-feira (6) na unidade como situação pouco urgente às 14h20, e atendido às 16h25, dentro do tempo para atendimento conforme a classificação de risco que teve, que é no máximo de duas horas, embora a unidade esteja com alta demanda de casos de dengue e síndromes gripais. A UPA destacou que trabalha com classificação de risco, onde os idosos têm preferência de atendimento independente da patologia.