[[legacy_image_309129]] A Prefeitura de Santos vai criar novas rampas de acesso à praia e ampliar as passarelas de pedestres entre os canais 4 e 6. As obras estão no edital para concorrência pública aberta nesta terça (31), que também contém a instalação de três válvulas antirretorno no Canal 3. O calçadão junto à faixa de areia entre os canais 4 a 6 ganhará quatro acessos à praia, dotados de escada do lado direito e rampa em concreto armado à esquerda. “Facilitarão a circulação dos banhistas e esportistas, sobretudo nos períodos em que a força da maré retira volumes de areia, criando um degrau entre o passeio e a praia”, afirmou Wagner Ramos, titular da Seserp (Secretaria de Serviços Públicos). A areia é carreada para o trecho próximo aos canais 2 e 3, e depois transportada regularmente, em caminhões, de volta à Praia da Aparecida. Dois acessos serão construídos em frente à Rua Oswaldo Cochrane e à Basílica de Santo Antônio do Embaré (entre os canais 4 e 5), e os demais, nas proximidades da Fonte do Sapo, na Praia da Aparecida (entre os canais 5 e 6). Cada acesso terá 11m de extensão e 1,20m de largura. Passarelas As intervenções contemplam ainda o prolongamento das passarelas sobre os canais 5 e 6, junto ao mar, visando minimizar os efeitos das marés. Isso porque a movimentação do mar e as ressacas removem grande volume de areia, criando degraus que dificultam a circulação de banhistas e esportistas. A licitação também envolve a recuperação de taludes e muretas em granito dos canais, no trecho da praia. VálvulasAs três válvulas antirretorno a serem colocadas no Canal 3 vão impedir a entrada de água do mar nos bairros, durante ocorrência de maré alta, minimizando possíveis alagamentos nas vias próximas. As válvulas serão instaladas no ponto de junção das redes de drenagem das ruas Lincoln Feliciano, Pindorama e Jorge Tibiriçá. De acordo com o titular da Secretaria de Serviços Públicos (Seserp), Wagner Ramos, os dispositivos, os primeiros na rede de drenagem na Cidade, serão instalados onde os alagamentos ocorrem em ocasiões de forte ressaca e foram precedidos por estudos, a cargo de empresas especializadas. “De qualquer forma, a força da natureza é imprevisível e o objetivo é mitigar possíveis alagamentos”, frisou.