[[legacy_image_299348]] A relação entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a sigla ESG foi explicada na abertura do encontro pelo chefe do departamento de ODS da Prefeitura de Santos, Fábio Tatsubô. “Embora pareçam iguais e se conectem, essas duas políticas não são a mesma coisa. São 17 ODS com 169 metas e quase 300 indicadores voltados ao desenvolvimento sustentável e eles ajudam a nortear as práticas relacionadas a ESG”, diz. O termo ESG foi cunhado em 2004 em uma publicação do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), uma iniciativa que incentiva as empresas a adotarem políticas de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade. Já os ODS estão contemplados na Agenda 2030, um plano de ação para erradicar a pobreza e promover a vida digna de todos, de acordo com as condições que o nosso planeta oferece e sem comprometer a qualidade de vida das próximas gerações. “Enquanto o ESG refere-se às condutas ambientais, sociais e de governança de uma empresa, os ODS extrapolam as práticas internas corporativas; são compromissos que devem ser assumidos por todos em favor do desenvolvimento sustentável”. ampliar as ações A Prefeitura de Santos começou o trabalho relacionado aos ODS em 2017 e, agora, quer tornar o município aquele que mais pratica os ODS no País. Para tanto, Santos está cadastrado em uma ação mundial da ONU para os ODS, fazendo esse reconhecimento. “Já temos 108 ações cadastradas e outras 300 que ainda serão incluídas”, conta Tatsubô. De acordo com Tatsubô, os ODS são geradores de grande negócio e, como exemplo, citou o Santos Game Power Up - Encontro de Desenvolvedores de Games Independentes, realizado em agosto deste ano no Teatro Municipal. O objetivo foi fomentar a cadeia de produção de jogos na região, indo além ao incentivar a criação de games para prevenção aos indicadores negativos de saúde como tuberculose e obesidade infantil