Novo imóvel do Escolástica Rosa está em negociação, diz Centro Paula Souza

Previsão é de que as aulas nas novas instalações comecem dentro do prazo do calendário escolar, em 2019

Por: Cássio Lyra & De A Tribuna On-line &  -  21/12/18  -  09:26
Estruturas da unidade têm infiltrações, paredes descascadas e áreas interditadas pela Defesa Civil
Estruturas da unidade têm infiltrações, paredes descascadas e áreas interditadas pela Defesa Civil   Foto: Vanessa Rodrigues/AT

Após o pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a Escola Técnica Estadual (ETEC) Dona Escolástica Rosa, em Santos, desocupe o prédio localizado no bairro Aparecida, no dia 31 de dezembro, o Centro Paula Souza, que mantém a ETEC, diz estar avançado o processo de aluguel para uma nova sede da escola.


A assessoria do Centro Paula Souza informou que a instituição já está negociando o aluguel de uma nova sede para o Escolástica Rosa. Ainda segundo a nota, a previsão é de que a aulas da unidade comecem nas novas instalações dentro do previsto no calendário escolar de 2019. O CPS não deu maiores detalhes no que diz respeito ao novo imóvel.


Inicialmente, em 15 de novembro, o MPT estipulou o prazo de 1 de dezembro para o que prédio do Escolástica Rosa fosse desativado. Após inspeção da Defesa Civil sobre não haver riscos de desabamento do imóvel, o mesmo MPT prorrogou para o dia 31, assim sendo o alunos puderam encerrar o ano letivo, que terminou na terça-feira (18).


A Santa Casa de Santos, dona do imóvel, também concordou com a prorrogação do prazo com a condição de que qualquer episódio referente ao imóvel até o dia 31 será de responsabilidade do Centro Paula Souza. A decisão aconteceu após uma reunião entre a Santa Casa de Santos, o Centro Paula Souza, o Ministério Público do Trabalho e a vereadora Audrey Kleys (PP), que acompanha o caso.


Segundo apurado por A Tribuna On-line, até o início do mês, o Centro Paula Souza não obteve resposta positiva no que diz respeito da existência de outros imóveis devido a grande quantidade de alunos que estudam no Escolástica Rosa.


Condições do prédio geraram a decisão para desocupar o local (Foto: Vanessa Rodrigues/AT)


Logo A Tribuna