[[legacy_image_303132]] Técnica de enfermagem e voluntária do Instituto Neo Mama, Aleksandra Matos tinha 32 anos quando descobriu o primeiro câncer de mama. Hoje com 42, já enfrentou quatro, três deles mamários. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Aleksandra passou por cirurgia e viveu sem câncer por sete anos, período em que manteve acompanhamento médico. “Eu segui a minha vida, quando, no final de 2020, em um exame de rotina, foi detectado um câncer na minha mama direita”. O ‘novo’ câncer, que surgiu aos 39 anos, não foi derivado do que teve aos 32. “Foi como se eu nunca tivesse tido um câncer antes”. Outra vez, a técnica de enfermagem passou por cirurgia. Mas, devido a complicações na cicatrização, não prosseguiu com o tratamento de quimioterapia e radioterapia, apenas com medicação oral. Após alguns meses, surgiu um queloide na cicatriz da cirurgia. Nova operação. Em meio à busca da cura, Alexsandra conheceu o Instituto Neo Mama no ano passado. Ela buscava aulas de pilates. E, ao chegar, prontamente foi convidada para ser voluntária. “Aqui eu digo para as pessoas que o câncer não mata e que tem solução, que há uma vida”. Maternidade A empresária Evelyn Eloise, de 39 anos, também voluntária do Instituto Neo Mama, descobriu câncer de mama na segunda gravidez, aos 31. “Uma semana após o diagnóstico (da doença), eu confirmei que estava grávida”, conta. A empresária tinha se informado de que era possível ter uma gestação mais madura e aguardar semanas para que o bebê sobrevivesse. “Estava um pouco desnorteada com aquela informação, porque estava com câncer, mas era uma mulher saudável que tinha acabado de descobrir a segunda gestação. Eu queria manter aquela gestação”. Naquela época, ela conheceu o Instituto Neo Mama. “Eu via sempre na televisão e, ali, eu fui buscar algum norte. A Gilze conseguiu antecipar uma consulta com um médico que respeitou a minha decisão de preservar a minha gestação”, conta. Após aguardar o tempo considerado bom para o bebê, Evelyn realizou a cirurgia e, posteriormente, iniciou a quimioterapia, que, para ela, foi um sucesso. “E, 23 dias após minha última sessão de quimioterapia, eu tive minha filha em um parto normal”, lembra. Neste ano, ela retornou ao Instituto para trabalhar como voluntária. “Já que eu fui escolhida para viver essa história, eu não devo guardá-la só comigo”.