Missa, na manhã deste sábado, foi presidida pelo cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo (Vanessa Rodrigues) As celebrações que encerraram o ano jubilar da Diocese de Santos, realizadas na manhã deste sábado (5), no Centro de Santos, foram marcadas pela emoção e por demonstrações de fé. Por volta de 9 horas, uma procissão com centenas de pessoas saiu da Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Praça Rui Barbosa, e seguiu até a Praça da República, que ficou lotada para a celebração de uma missa campal. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Uma estrutura foi especialmente montada para que o local recebesse a celebração religiosa. A missa solene pelo centenário da Diocese de Santos foi presidida pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, e concelebrada por outros bispos, dentre eles, o bispo diocesano de Santos, dom Tarcísio Scaramussa, e o bispo emérito, dom Jacyr Francisco Braido. Autoridades da região também estiveram presentes. Centenário Os 100 anos da Diocese de Santos foram completados na última quinta-feira. Antes disso, diversos eventos marcaram o ano jubilar, como a chamada Porta Santa, oriunda das paróquias até a Catedral, em busca de indulgência; a Romaria Diocesana ao Santuário de Aparecida (SP) e sessões solenes em câmaras municipais e na Assembleia LegislativadoEstado de São Paulo (Alesp). A Diocese surgiu do desmembramento das dioceses de Botucatu, Taubaté e da Arquidiocese de São Paulo. Os limites da nova Diocese eram as arquidioceses de São Paulo e Curitiba e as dioceses de Taubaté, Sorocaba e Barra do Piraí (Rio de Janeiro). Abrangia todo o Litoral Paulista, além dos municípios do Vale do Ribeira. Foi, entretanto, o papa Pio 11 quem deu origem à nova diocese, com a assinatura da bula Ubi Praescules, no dia 4 de julhode1924. Atualmente, a Diocese de Santos possui 50 paróquias, com 271 comunidades espalhadas pelas nove cidades da Baixada Santista. Consciência missionária Um dos objetivos do tema do centenário, “Lançai a Rede”, foi disseminar uma consciência missionária. “Nós temos realmente, hoje, uma igreja muito comprometida com os pobres e muitos trabalhos sociais. Esse é o rosto da Igreja, unida, crescendo na fé em Jesus Cristo e com consciência da missão e de amor aos pobres e solidariedade fraterna”, destacou o bispo diocesano de Santos, dom Tarcísio Scaramussa.