[[legacy_image_134438]] O Marista Escola Social Lar Feliz realizou, em conjunto com o Rotary Clube de Santos Oeste, uma ceia de Natal especial para as crianças atendidas. Elas vivem em situação de vulnerabilidade e pediram para viver esse momento com os colegas, pois muitos não têm como celebrar a data em casa. O encontro foi na manhã desta quinta-feira (16), no bairro Vila Nova, em Santos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A diretora da escola, Aline Paes de Barros, de 35 anos, disse que, além da refeição principal e da celebração, que contou até com músicas natalinas, as crianças levaram ‘chocotones’ para casa. “Entendemos que o ideal seria que as crianças tivessem essa ceia de Natal aqui e também pudessem ter a experiência com as suas famílias, em suas casas. O que buscamos é um mundo em que as pessoas possam ter esse mesmo acesso desde a primeira infância", explica a educadora. Ela detalhou que as crianças pediram para viver essa emoção. “Quando desenvolvemos um projeto na Educação Infantil, ele começa a partir da escuta”, diz a diretora, que ressaltou a importância de ouvir os alunos. “A educação na infância é feita no detalhe, ou seja, na observação da maneira como a criança come, brinca, quais são as brincadeiras, a relação com os colegas, entre outros pontos. A partir das escutas, as professoras planejam intervenções que sejam, de fato, significativas.” O presidente do Rotary Club de Santos Oeste, Gabriel de Oliveira Baster, de 48 anos, explicou que a instituição se preocupa em promover iniciativas importantes. “Não é exatamente o modelo de ação que fazemos, mas não podemos deixar de atender demandas especificas da comunidade”, afirma. “Assim que chegou a informação para ajudarmos, num período de tempo muito curto, conseguimos levantar doações para a ceia. É uma ação muito bacana, e temos orgulho de poder colaborar." [[legacy_image_134439]] Baster manifestou "o orgulho e o prazer” em participar da iniciativa. “Sem dúvida, [as crianças] são o nosso futuro, e o que vai acontecer daqui para frente, em cinco ou dez anos, tem a ver com as experiências que elas têm hoje. Elas podem e devem ter esses momentos e levá-los para os pais. Assim, todos poderão ter um Natal feliz, que é o que tem de ser.”