[[legacy_image_98005]] De janeiro a agosto de 2021, 3.127 árvores foram plantadas por todo o município de Santos. A medida visa não apenas a recuperação ambiental de áreas de risco sujeitas a deslizamento, como também a arborização pública de diversos bairros da cidade. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Foram mudas de aroeira, coração-de-negro, farinha-seca, grumixama, pitanga, fedegoso, pau-formiga, pau-viola, acerola, tamborim, jeriva, capororoca-do-campo, quaresmeira, clusias, ipê-amarelo, roxo e branco. São espécies nativas da Mata Atlântica que foram escolhidas devido à adaptabilidade e à cobertura vegetal completa que oferecem ao solo. Além disso, em algumas áreas, o plantio foi misto entre espécies de crescimento rápido e lento, que, em seis meses, já começam a apresentar volume. LocaisOs bairros contemplados com as mudas foram os morros do Tetéu/Vale Verde, Caneleira, Nova Cintra, Santa Maria, Santa Terezinha e Vila Progresso, além dos bairros São Manoel e Jabaquara, Avenida Jovino de Mello (Zona Noroeste), Praça do Sesc Santos (Embaré), canais 1 e 7, Lagoa da Saudade (Morro Nova Cintra) e a Estação da Cidadania (Gonzaga). De janeiro a agosto do ano passado, foram plantadas 2.100 mudas. A diferença de mais de mil árvores no mesmo período de 2021 aproximou a Cidade da meta de 3.500 por ano com folga de quatro meses. A projeção é que a meta seja atingida até dezembro, dependendo de quantos processos de compensação entrarem em vigor ainda neste ano. CompensaçõesA ação de plantio faz parte de compensações ambientais solicitadas pela Secretaria de Meio Ambiente a várias empresas, por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), Termo de Responsabilidade de Implantação de Medidas Mitigadoras e/ou Compensatórias (Trimmc) ou multas (quando é solicitada a retirada de uma árvore, a aprovação está condicionada ao plantio de outras 10 mudas, conforme legislação vigente). Também estão envolvidas na ação Defesa Civil, Secretaria de Serviços Públicos (Seserp) e Companhia de Habitação da Baixada Santista (Cohab). “Nós analisamos os processos de compensação mediante a necessidade de recuperação ambiental do Município, além de estarmos sempre atentos à arborização da Cidade, tomando medidas que visam diminuir futuras remoções por plantio incorreto nas vias da Santos. É uma análise diária voltada não só à recuperação e à arborização pública, mas para garantir a qualidade de vida das pessoas que moram ou passam no entorno”, explicou o engenheiro agrônomo João Cirilo, coordenador de Controle Ambiental (Cocambi), da Semam.