[[legacy_image_23621]] Equipes da prefeitura de Santos distribuíram coleiras repelentes contra a leishmaniose a 209 cães que vivem na cidade nesta quinta-feira (11). Além dos animais com a doença, os cães sadios que vivem em um raio de 100 metros de distância dos que têm a doença também devem usar a coleira. No próximo dia 20, mais uma remessa de coleiras será distribuída. Em caso de chuva, a ação será transferida para outra data. A leishmaniose visceral canina é uma doença crônica transmitida pelo mosquito-palha, e o uso da coleira repelente é a principal forma de evitar a proliferação da doença, uma vez que mantém os animais sadios livres de uma eventual picada contaminada do inseto. Já os animais doentes, com a coleira, deixam de ser alvo do mosquito-palha, interrompendo a cadeia de transmissão. Os sintomas demoram de dois a três anos para aparecer no animal e incluem pele e mucosas com feridas; queda de pelos da orelha e em volta do nariz; emagrecimento e crescimento exagerado da unha. Com seu avanço, os órgãos internos, como fígado, baço e pulmão, são afetados. Não há cura, mas quanto mais cedo se detecta, mais fácil é o tratamento e o controle da doença. O animal tem que ser monitorado pelo resto da vida.