[[legacy_image_214784]] Neste ano, o Dia do Professor é uma data mais especial do que nunca para Larissa Hashimoto. Com 20 anos, é o primeiro 15 de outubro que ela passa atuando como professora. O desafio exigiu um rápido amadurecimento, necessário para que ela pudesse ensinar seus alunos. “Escolhi essa profissão pensando no bem que posso fazer para a sociedade”, comenta. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A jovem professora começou a dar aulas em fevereiro deste ano na rede privada de ensino de Santos. Ela trabalha com crianças de 3 e 4 anos. Ela conta que essa tarefa pode ser cansativa, às vezes, mas que o carinho das crianças é genuíno. Enquanto docente, Larissa passou a ver a profissão de outro modo. Quando era aluna, julgava os professores e reclamava deles. Hoje, conhecendo teoria e prática, isso mudou. Ela acredita estar cumprindo seu papel para melhorar a sociedade, transmitindo valores como vida em comunidade e respeito à família, aos amigos e aos animais. Para Isabela Garcia, professora de 26 anos, também da rede privada de Santos, a relação dos professores jovens com os mais experientes é importante. Suas colegas de trabalho sempre lhe oferecem apoio. Isabela diz ter caído “de paraquedas” na Pedagogia. Tentou áreas como a Arquitetura. Por ter parentes professores e gostar de crianças, motivou-se a seguir a profissão, que exerce com alunos de 4 e 5 anos. Para ela, a maior dificuldade é lidar com a frustração das crianças e reportá-la aos pais. “Crianças são como os adultos, acordam cada dia com um humor diferente. Só não entendem como reagir da melhor forma. Cabe a nós ter a experiência e a paciência para mediar da melhor forma possível”, considera. O professor Ednaldo Ferreira, de 25 anos, da rede pública de Guarujá, leciona Biologia para alunos de 11 a 14 anos. Por ser jovem, os alunos se sentem mais à vontade para se aproximar. Ednaldo se inspirou em seu professor de Biologia do Ensino Médio, por estimular respeito sem ser autoritário. “É preciso lembrar que a sociedade só pode se desenvolver com o auxílio de professores que realmente estejam engajados em mudar e se adequar às novas realidades.” (*) Reportagem feita como parte do projeto Laboratório de Notícias A Tribuna - UniSantos sob supervisão do professor Eduardo Cavalcanti e do diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna, Alexandre Lopes.