[[legacy_image_97802]] Estudante do ensino público, a jovem de Santos, Rhayssa dos Santos Braz, de 18 anos, aprovada em 10 universidades internacionais, busca patrocinadores para estudar em um programa das instituições Zayed Universuty, dos Emirados Árabes, e Minerva University, dos Estados Unidos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em entrevista à A Tribuna, Rhayssa, que lançou uma vaquinha nas redes sociais para tentar juntar doações para realizar o sonho de estudar na ZUXMINERVA, explicou que a maioria das pessoas que também foram aprovadas no programa tiverem a autorização governamental negada de acesso ao país. Um staff do programa explicou para ela que não é possível os alunos chegarem após o início das aulas, que estava previsto para este domingo (29). Dessa forma, ele explicou que a classe dela seria transferida e que a previsão do inicio mudaria para o ano que vem. "Eu tenho a minha vaga, mas por conta das questões burocráticas do país, de pandemia e de acesso de estrangeiro para lá, não liberaram o visto de ninguém e aí eu fui meio que transferida da primeira classe para a segunda, que tem previsão de início em janeiro", explicou a estudante. Busca por patrocinadoresRhayssa contou que mantém a vaquinha desde julho, mas que também está em busca de patrocinadores e empresários que possam investir no estudo dela. "Hoje não tenho nada de bolsa [no programa], mas estou correndo atrás de patrocínio, das doações, tentando espalhar minha história, mesmo sem bolsa o valor é quase o mesmo de eu ter recebido bolsa." A jovem explicou que passou em 10 universidades internacionais, mas que nove delas são cotadas em dólar e que, mesmo que tenha ganhado o desconto, o valor acaba ficando muito maior por causa da atual cotação da moeda. "Tenho a pretensão de trabalhar lá para manter os custos de dia a dia, [mas] minha preocupação maior é com o curso, que lógico, a mensalidade, coisa que eu não tenho condição nenhuma, mas os gastos de uso pessoais eu vou trabalhar, tanto minha mãe quanto minha avó vão se esforçar para tentar ficarem me mandando um pouquinho de dinheiro caso não dê para cobrir tudo com o meu trabalho", planejou. A estimativa é que os quatro anos de curso, sem considerar nenhuma oferta de bolsa de desconto por parte do programa, custaria algo em torno de R\$ 350 mil. Para ela, o adiamento do início das aulas se tornou uma oportunidade de conseguir juntar o montante. "Claro que eu já queria estar lá, que já estivesse resolvido, mas como a realidade não é assim, esse ponto de eu ter a minha vaga garantida, quer dizer, não vou precisar passar por tudo de novo, só tentar talvez uma bolsa para dar um auxílio e ter mais tempo para juntar o dinheiro, para mim é até o ideal. Vou chegar lá e o programa estará mais estruturado. Claro, ansiedade, quero ir logo, mas acho que é o mais sensato a se fazer mesmo."