Jovens de 19 países participam do programa de intercâmbio e aprendem mais sobre a cultura brasileira (Alexsander Ferraz/ AT) Jovens de 19 países diferentes, incluindo Estados Unidos, México, França, Itália, Bélgica, Uganda, Tailândia, Japão, entre outros, estão visitando Santos como parte do programa de intercâmbio do Rotary (Rotex). Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Durante a estadia do grupo no Brasil, um dos principais pontos de parada, na manhã deste sábado (15), foi o Museu Pelé, no Valongo, em Santos, onde eles puderam aprender mais sobre a história do futebol e o legado do maior jogador de todos os tempos. Além do museu, os intercambistas participaram de atividades culturais que os ajudaram a se conectar ainda mais com a cultura brasileira. O presidente do Rotex, Arthur Garcia, explicou que a experiência de intercâmbio é transformadora para os jovens. “Conhecer outras culturas foi uma mudança de vida, uma experiência ‘life changing’, como se diz”, afirmou. “Nós, que já passamos por essa experiência, sabemos das dificuldades de viver em outro país, então ajudamos tanto os intercambistas que estão no Brasil quanto os brasileiros que vão para o exterior”, complementou. Os intercambistas também fizeram outros passeios e atividades, como uma visita ao Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, e o Parque Caminhos do Mar, em São Bernardo do Campo. A italiana Matilde Castagnoli, de 18 anos, falou sobre sua experiência no Brasil. “As pessoas aqui são muito acolhedoras. Mesmo não estando em casa, sinto como se estivesse no meu País”. O belga Timote Potyt também compartilhou suas impressões sobre o Brasil e a cultura santista. “Aqui as pessoas são mais abertas e sociáveis, e isso facilita a adaptação”, afirmou. Ele também destacou o prazer de estar em uma cidade litorânea, já que na Bélgica ele não tem acesso fácil a praias. Josu Teskellorente e Jayden Drago, intercambistas da Alemanha e dos Estados Unidos, também falaram sobre suas experiências. Josu, de 16 anos, comentou sobre a diferença de comportamento entre os brasileiros e os alemães. “No Brasil, as pessoas são muito mais abertas e dispostas a fazer amigos, enquanto na Alemanha tendem a ser mais fechadas”. Jayden, de 18 anos, destacou a sua admiração por Pelé. “Nos EUA, eu não sabia muito sobre o Pelé, mas aqui no Brasil ele é uma figura tão importante que comecei a entender ainda mais sua relevância”.