[[legacy_image_206691]] O Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, deve ter ampliação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, dos leitos gerais e cirurgias eletivas nos próximos anos. É o que projeta a Prefeitura de Santos, que assinou, nesta segunda-feira (12), a ampliação do contrato com o Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz, gestor da unidade. O novo vínculo vale por cinco anos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A ideia é que a UTI Neonatal passe dos atuais dez leitos para 20, e que os leitos gerais saiam de 151 para 190. As instituições planejam ainda a ampliação de cirurgias eletivas, destacando as angioplastias. "Já fizemos solicitações junto ao Governo Federal e ao Governo do Estado. A gente pretende, no ano que vem, ampliar ainda mais o número de leitos disponíveis nesse hospital, que é o maior hospital público da nossa região", disse o prefeito Rogério Santos (PSDB), após assinar o novo contrato. O mandatário citou ainda que o complexo hospitalar recebe, atualmente, custeio de R\$ 9 milhões mensais, sendo R\$ 4,5 milhões do Estado, R\$ 3,5 milhões da Prefeitura e R\$ 1 milhão do Governo Federal. MaternidadeO secretário de Saúde de Santos, Adriano Catapreta, ressaltou que a maternidade do complexo hospitalar é referência em atendimentos de alto risco, e por apresentar grande demanda, precisa da ampliação. "Hoje ela (UTI Neonatal) está sempre lotada, porque é uma referência de gestação de alto risco. Por isso precisamos ampliar. A gente quer cada dia mais, além da qualidade, dar oportunidade para mais pessoas se tratarem no hospital. Provavelmente iniciaremos todas essas ampliações em janeiro do ano que vem", afirma Catapreta. ServiçosA diretora-presidente do Instituto Oswaldo Cruz, Ana Paula Pinho, ressalta que os atendimentos atuais não serão prejudicados pelos trabalhos de ampliação do hospital. Ela relembra a reforma estrutural que a unidade passou, com a reabertura ocorrendo no fim de 2016. "O hospital, quando foi reaberto, passou por uma grande reforma estrutural. A partir de agora, a implementação de novos serviços não significa fechar alas ou o hospital. É qualificar aquilo que já estava previsto inicialmente, ampliando em termos de equipamentos médicos, dar maior usabilidade para os pacientes", explica.