[[legacy_image_64013]] O morador de Santos Cleber Moraes Cunha Junior, de 36 anos, acordou na quarta-feira (24) com mais R\$ 750 mil após depositarem o valor de um processo trabalhista por engano em sua conta bancária. Sem saber o que houve e como o dinheiro chegou até sua conta, o homem procurou seu banco para esclarecer o assunto. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em conversa com ATribuna.com.br, Cleber conta que ao ver o valor em sua conta tomou um grande susto. "Eu não checava minha conta há uns 4 dias. Até que na quarta, precisei fazer uma transferência, e quando abri o aplicativo dei de cara com os 750 mil". Sem entender o que aconteceu, sua primeira ideia foi contatar a agência bancária. Em contato com atendentes do Banco do Brasil, o santista foi notificado de que nem o banco sabia sobre o ocorrido. Contudo, um dia depois, a situação foi esclarecida. "Descobri que o dinheiro que veio para a minha conta é de um processo trabalhista envolvendo o Santos Futebol Clube e o ex-jogador F.V.S (que jogou no Peixe de 2005 a 2010). De início, tentei contato com ele, mas não tive sucesso. Só consegui falar com a advogada dele após achar o documento do processo na internet", conta. Por coincidência, Cleber e o ex-atleta têm apenas um número que diferencia suas contas bancarias. As semelhanças não param por aí, a dupla quase nasceu no mesmo dia. A data de nascimento do santista é 24/07/1984, enquanto a do ex-jogador é 25/07/1984. Nesta sexta-feira (26), o homem explicou que conseguiu se resolver com o banco, e o montante já havia sido retirado de sua conta. "Cresci envolto em muita honestidade, então quando soube da confusão, quis devolver o dinheiro o mais rápido possível". Agora, segundo o santista, o complicado será explicar a quantia saindo tão rápido de sua conta na declaração de Imposto de Renda. "Já estou pensando na dor de cabeça que vou ter nessa hora, mas o mais importante é que tudo foi resolvido", disse. Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil não se pronunciou até a publicação desta matéria.