[[legacy_image_178755]] Os usuários da travessia entre Santos e Guarujá ganharam, desde ontem, uma nova possibilidade de acesso às balsas. Foram entregues ontem uma ponte mista (para pedestres e ciclistas) de acesso Santos/Guarujá e o flutuante metálico Dersa IV da travessia (no lado de Santos). As obras, realizadas em 45 dias, tiveram o custo de R\$ 1,8 milhão. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o Departamento Hidroviário (DH), em abril, a travessia enre Santos e Guarujá foi utilizada por 262 pedestrres, 8.123 ciclistas, 8.641 motociclistas e 14.537 veículos (carros e caminhões, por exemplo). “É uma entrega extremamente importante, porque essa ponte, há dois anos, não recebia veículos. Ela faz parte do plano da Secretaria de Transportes e Logística para melhoria das travessias litorâneas”, afirma o diretor geral do DH, José Reis. Segundo ele, a entrega realizada ontem torna possível a intedição da gaveta sul de Santos para reforma. A obra A ponte tem 15 metros de comprimento e 11,5 metros de largura, é feita em aço galvanizado e tem pranchas de madeira do tipo “garapeira”, que somam 43,3 toneladas. Já o flutuante Dersa IV, tem uma estrutura metálica de aço carbono, e pesa 5,3 toneladas. Atualmente, cerca de 30 mil pessoas utilizam diariamente o sistema de travessias. No último dia 13 de abril, foi entregue a reforma do píer e da rampa de acesso da travessia Santos/Guarujá do lado guarujaense, atingidas por um navio que deixava o Porto de Santos em junho do ano passado. CONCESSÃO Reis explica que o edital de concesão do sistema de travessias litorâneas, que aconteceria no dia 30 de março e foi supenso, ainda não tem data para acontecer. A decisão veio após os prefeitos da região criticarem o projeto de privatização. Segundo ele, o Governo do Estado está ouvindo a sociedade para colher demandas que colaborem para o novo chamamento. “A proposta é que, ouvindo a sociedade, e se obtendo um modelo que seja ideal a todos, aí a concessão continua”, pontua o diretor do DH. Ele acredita que esse tipo de reparo é necessário apra evitar situações de desconforto para os usuários da travessia. Não é algo que a gente possa abandonar. Caso ocorra a concessão, tenho certeza que ela (concessionária) fará algo que transforme a travessia em algo ainda melhor “, frisa.