[[legacy_image_10266]] Para as crianças, a vida confunde-se com a brincadeira. Cada vez mais, na Educação Infantil, brincar é fundamental para o ensino e a aprendizagem. Por isso, na terça-feira (30), professores e outros educadores da rede municipal de Santos encerraram uma capacitação em teatro de fantoches. O Grupo Primavera, com a Uber e a Secretaria de Educação de Santos (Seduc), levou o projeto Teatro de Fantoches a professores de 21 escolas de Educação Infantil e sete núcleos do programa Escola Total. A ideia é que os docentes tenham ferramentas para trabalhar com os alunos questões como criatividade, comunicação e gosto pela leitura, proporcionando diferentes mecanismos de aprendizagem. “Com as técnicas ensinadas, os docentes poderão utilizar o teatro de fantoches para abordar temas diversos, como cidadania, empoderamento, diversidade ou trânsito. Tudo de uma forma mais leve e lúdica", explica Ruth de Oliveira, gestora executiva do grupo. Para Cristina da Costa Rodrigues e Josefa do Nascimento Silva, do Setor de Apoio Pedagógico da Seção de Educação Infantil da Seduc, momentos como esse são importantes para oferecer suporte ao professor e tornar o trabalho em sala de aula mais rico. “O teatro de fantoches trabalha muito o imaginário e, para as crianças, isso é importante. Com capacitação, os professores terão mais recursos", diz Cristina. No fim da oficina, Rejiane Marinho, professora da rede municipal, saiu empolgada. “Imagine o que poderemos levar para as crianças. E, cada vez mais, precisamos diversificar as atividades em sala de aula. Eu já trabalho com teatro. Agora, é agregar o que aprendi [ao que sabe]”. “Sou ator e dou oficinas de teatro no Escola Total. O desafio é envolver as crianças, que nem sempre são propensas ao teatro. Então, as técnicas aprendidas aqui e a ferramenta dos fantoches vão ajudar porque os bonecos encantam as crianças”, conta o educador Álvaro Gomes. Projeto O projeto Teatro de Fantoches – oficina, workshop e apresentações, idealizado pelo Grupo Primavera, foi instituído em 2006, em 75 escolas municipais e estaduais de Campinas. De lá para cá, o projeto já passou por cidades paulistas e outros municípios do país, como Manaus (MA), Recife (PE) e Bom Princípio (RS).