[[legacy_image_205373]] Uma celebração para todos. Assim será o 28º Grito dos Excluídos, nesta quarta-feira (7), às 14h30, na Avenida Afonso Schmidt, no Castelo, em Santos. O lema da edição deste ano é Brasil: 200 anos de (In) Dependência. Pra quem?. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A coordenadora regional do evento, Yvie Favero, explicou a bandeira que defendem e como tentam agregar a todos. “É um ato que acontece todos os anos, há 28 anos, no 7 de setembro, para um coletivo de diferentes entidades, movimentos sociais, estudantis e sindicais. Também podem ir pessoas que não sejam ligadas a algum movimento ou entidade e que queiram fazer parte desse momento de dar vez e voz aos invisibilizados da nossa sociedade”. O evento terá atividades culturais e rodas de conversa. Haverá momentos onde pessoas, que se inscreveram previamente, serão chamadas a contar suas histórias e vivências sob a invisibilidade. “Ele tem esse grande mote que é defender a vida em primeiro lugar. Este ano, a gente tem como ponto de reflexão o bicentenário da independência e perguntamos sobre os direitos das pessoas, como ao terra, território, à educação, à soberaniaalimentar”,afirma. Ao inter-religioso Para o encerramento do evento, haverá uma caminhada inter-religiosa de 2,9 km que começa na Rua Fausto Felício Brusarosco e termina na Praça Doutor Jerônimo La Terza. Essa caminhada foi idealizada com a comunidade judaica, a Igreja Católica, uma representante de religiões de matriza fricana, a Igreja Anglicana, a frente evangélica, a comunidade islâmica e um representante do ateísmo. “Convidamos as pessoas a serem protagonistas nesse dia, que celebra a independência. Nós abriremos o microfone para que as pessoas compartilhem seus gritos, mas sem de fato gritar. Nosso sentido é de conversar, nos entender e dizer nossas necessidades. Sem briga, sem discórdia. É um grito pela paz”, conclui.