[[legacy_image_182890]] Um dos empreendimentos do Programa Vida Digna, da Secretaria de Habitação do Estado, o Santos Y, que tem conclusão de obras prevista para fevereiro, deve ter parte das unidades entregue no fim deste ano. A expectativa é do titular da pasta, Flávio Amary. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ele visitou a sede do Grupo Tribunanesta quinta-feira (9) e foi recebido pelo diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, pelo diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini, e pelo diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna, Alexandre Lopes. Segundo ele, o empreendimento, na Avenida Francisco Ferreira Canto, no Bairro Caneleira, terá 140 unidades e é o que está com obras mais adiantadas. “É um programa de grande impacto, especialmente para moradores de palafitas. Atuamos em conjunto com as prefeituras, identificando terrenos em que seja possível implantar empreendimentos habitacionais. E, daí, sim, a gente desenvolveu os projetos”, explica o secretário. O programa promete reassentar quase 15 mil pessoas que vivem atualmente em palafitas e áreas inundáveis. “A ideia é construir soluções, identificando as áreas de palafitas, que precisam de remoção, atendendo pessoas que podem ter sua área regularizada e reformada. E construindo vias de bordo para limitar e evitar que essa remoção das áreas de preservação ambiental traga novas ocupações”, complementa. Viver melhor Flávio Amary reforçou a importância de outro programa da Secretaria de Habitação, o Viver Melhor. “Nele, ocorrem avaliações das palafitas, das áreas onde a a remoção é necessária, por problemas de saneamento, preservação ambiental e, até, de salubridade das famílias”, conta. O secretário entende que o problema que envolve as pessoas contempladas em programas habitacionais e, posteriormente, negociam suas unidades, voltando para áreas de risco, passa por uma questão de conscientização. “Trata-se de uma situação real e errada. As pessoas erram quando fazem isso. O que a gente busca, com o Viver Melhor, é o contrário: ao invés de fazer a remoção e dar uma nova casa para as famílias, é reformar as casas dessas mesmas pessoas. Dessa forma, elas não têm nenhuma motivação de vender”, comenta.