[[legacy_image_77294]] A vacinação é principal ‘arma’ na luta contra a Covid-19, mas, em plena pandemia, a cidade de Santos registrou casos de moradores que preferiram escolher determinada marca. A reportagem de A Tribuna foi até o posto de vacinação da Rua Almeida de Moraes, na Vila Mathias, e entrevistou o Chefe do Departamento de Atenção Básica da cidade, que explicou sobre a importância da imunização independentemente da dose, assim como vacinados, que relataram suas experiências. Confira na videorreportagem abaixo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! [[legacy_youtube_BSsy4X46_Xg]] “É lamentável que tenha ocorrido essa acepção de marcas de vacina, especialmente quando a pessoa já está vacinada. Em Santos, temos alguns exemplos recentes de pessoas que já tinham ‘tomado’ de outras marcas, mas que procuraram nossos postos de vacinação para tomar de outra”, conta Cristian Mark Weiser, de 48 anos, que é o Chefe do Departamento de Atenção Básica de Santos. Para isso, a cidade se programou para uma investigação. “As equipes estão verificando constantemente no sistema, e já conseguiram impedir essas pessoas de tomar a vacina novamente”. Além disso, a Prefeitura não divulga quais são as doses aplicadas em determinados postos, tudo para que esse comportamento não seja incentivado. “É um descaso com a vida humana. Essas pessoas estariam ‘tomando’ a vacina de uma pessoa que não teria tomado ainda, ou seja, impedindo a imunização de outros”. Weiser também destacou que “independentemente da marca, a vacina boa é a disponível” e que, se “realmente nos preocupamos com as nossas vidas e as de quem amamos, temos que nos proteger”. [[legacy_image_77295]] A Tribuna também conversou com moradores da cidade que tomaram suas respectivas doses. Ao ser perguntado se teria uma ‘marca preferida’, o mecânico Linaldo Belo, de 41 anos, respondeu que não. “Por conta da dose única, seria a da Janssen, mas no posto não tinha, então tomei a Astrazeneca e não tive reações. O importante foi ter sido vacinado”, relata. Assim como Belo, o professor Thiago Gênesis, de 38 anos, também contou sobre sua experiência. “A sensação é de alívio. Todos estavam esperando, assim como eu. Eu não tinha uma ‘preferida’, só queria ser vacinado”. Por sua vez, o motofrete Rogério Silvino dos Santos, de 53 anos, criticou quem “escolhe” uma determinada dose. “A população deveria colocar na cabeça que precisa ser vacinada. Com astrazeneca, Coronavac, ou a que tiver disponível”. Por fim, a aposentada Maria Filomena Jardim, de 63 anos, ressaltou que “não tinha preferência” logo após tomar a sua segunda dose. O garçom Marcelo Santana, de 36 anos, concordou. “Acabei de ser vacinado. Antes disso, não tinha uma ‘escolha’. O importante era ser imunizado”, conclui.