[[legacy_image_81862]] Uma caixa repleta de ‘mensagens especiais’ no portão de uma casa no bairro Embaré, em Santos, melhorou o dia do empresário autônomo e motorista de aplicativo, Douglas Guerrero, de 36 anos. Ele saía da casa da namorada quando se deparou com as cartas no portão da vizinha e pegou um papel. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Eu estava preocupado, com algumas dívidas e tudo mais, com a cabeça bem cheia”, explica. Desta forma, ele diz que sentiu algo ‘tocar no coração’ ao pegar o papel: "Pensei: 'vou pegar, às vezes é o que eu preciso pra hoje'. Aí escolhi, tinha bastante e eu escolhi uma aleatória". O que ele não imaginava é que a cartinha de uma ‘desconhecida’ mudaria o seu dia. “Me aliviou, me deixou mais leve, achei muito diferente, eu nunca tinha visto. Melhorou muito o meu dia”, destaca em conversa com A Tribuna. Segundo ele, a carta tinha a palavra de Deus. Impressionado com a boa ação de alguém que ele sequer conhecia, Douglas resolveu ‘retribuir’ e publicar sobre o ocorrido nas redes sociais. A publicação, portanto, fez sucesso entre os internautas. “Veio na minha cabeça fazer o bem igual. Vou transmitir essas mensagens para outras pessoas saberem e quem quiser, passar ali por perto e retirar uma cartinha”, explica. Desta forma, o motorista de aplicativo acredita que o post nas redes sociais surtiu efeito, pois alguns dias depois retornou ao local e não havia mais os recados. “Acho que a palavra de Deus que nem ela traz, pode tocar mais corações”, relata. Douglas explica que acredita que as cartas vieram de uma família testemunha de Jeová. Porém, para ele, a religião não se torna tão importante, pois o que realmente vale é a intenção de transmitir o bem. “A religião não importa, o que importa é tocar o coração, Deus toca o coração de todos iguais e indiferente de ser umbandista, espírita, católico, crente, o que for... O que importa é a pessoa se sentir bem e fazer bem ao próximo”, finaliza.