[[legacy_image_50637]] O ex-governador Geraldo Alckmin foi o segundo palestrante do XV Congresso Médico Científico, promovido por estudantes do curso de Medicina da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes), no Parque Balneário Hotel, em Santos, nesta terça-feira (1º). Ele resgatou a história das pandemias ao longo dos últimos séculos, passando pela peste negra, tifo, gripe espanhola, cólera, AIDS, Sars, Mers até chegar ao novo coronavírus. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "É muito importante entendermos que esses fatos se repetem. E eles vêm se repetindo de maneira mais frequente com o mundo globalizado. Há ainda as grandes concentrações nas grandes metrópoles. Mostro ainda que três fatores mudaram o mundo: água tratada, vacina especialmente para vírus e antibióticos para bactérias". Segundo ele, é preciso que as nações estejam preparadas e investir em ciência. "Por que a China saiu na frente com a CoronaVac? Porque eles tiveram a Sars em 2002 e continuaram estudando". E, no caso da covid-19, a vacinação é apontada por ele como a saída para vencer a pandemia. "O caminho no caso de vírus, que causam as grandes pandemias a cada cinco ou seis anos, por conta de muitas mutações, é a vacina, porque não há antibiótico para atingir vírus. Ele não tem membrana. É o ser mais ínfimo na escala zoológica e matou mais que guerra. É um grande desafio para a ciência". Questionado sobre as eleições 2022, ele disse que deve sair candidato. "Talvez a governador", destacando que é importante ouvir a população. "É um dever quando você é convocado a trabalhar pela população. A minha tendência é continuar no PSDB".