[[legacy_image_171151]] “Cada vez mais, os clientes buscam produtos personalizados, exclusivos e, muitas vezes, customizados. Por isso, a produção artesanal terá cada vez mais espaço em detrimento da produção em massa”. A afirmação é do prefeito Rogério Santos (PSDB), sobre a economia criativa — que será debatida pela primeira vez na América Latina em Santos, dentro da Rede de Cidades Criativas da Unesco, em julho, num encontro anual. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “Santos está entre as dez cidades criativas classificadas pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), com bons exemplos do conhecimento como ativo econômico, desde 2015 reconhecido pela entidade”, diz. O evento terá como tema Criatividade, Caminho para a Igualdade. A Rede de Cidades Criativas é um projeto da Unesco lançado em 2004 para promover a cooperação entre cidades que reconhecem a criatividade como um fator importante em seu desenvolvimento urbano. “É nada mais do que a economia como ativo para combater desigualdades. É o conhecimento como ativo econômico dentro de áreas como artesanato, arte, música, gastronomia”. O prefeito acrescenta que esses produtos, exclusivos, serão cada vez mais requisitados em detrimento das produções em larga escala. Santos ganhou notoriedade na Unesco, segundo ele, por causa das Vilas Criativas, que fomentam conhecimento em locais vulneráveis, como o Mercado Municipal, o Morro São Bento e o Caruara. Além disso, há a EcoFábrica, cuja primeira unidade está no mercado. Dentro das categorias, Santos está classificada como cidade criativa para o cinema. “Por conta das mais de 100 produções anuais que acontecem no Município, sendo Santos a cidade que mais possui salas de cinema proporcionalmente à população. Entretanto, ela também poderia ser classificada em outras áreas, pois temos todos os outros potenciais criativos reconhecidos pela Unesco”, menciona.