[[legacy_image_17347]] “Sem dúvida, o rigor da avaliação [sobre as áreas de risco] aumenta”, diz o coordenador da Defesa Civil de Santos, Daniel Onias, em relação às observações de sua equipe e da prefeitura em zonas consideradas perigosas para moradias. De acordo com ele, “esses fenômenos [tempestades] vão ter que ser estudados por especialistas, para mudar parâmetros de operação, e até de zoneamento urbano. Infelizmente, são fenômenos mais frequentes”. Onias ressalta que o “fenômeno foi muito severo” e, portanto, “deixou muitas cicatrizes e instabilidade nas encostas”. “O número de remoções vai aumentar bastante. Estamos com 250 casas desocupadas e indicadas até para remoção”. Em caso de insegurança, ele orienta aos moradores saírem de casa e depois ligarem à Defesa Civil (199). As casas nos morros têm recebido adesivos nas paredes explicado as condições atuais, o que facilita o trabalho e entendimento dos moradores. [[legacy_image_26294]]