[[legacy_image_44796]] O novo Mercado de Peixes de Santos, localizado na Avenida Mário Covas, 3050, na Ponta da Praia, foi aberto em julho de 2020 e já ganhou o coração dos comerciantes e clientes. A equipe de A Tribuna foi até o local para conversar com quem mais entende da venda dos frutos do mar e perguntou sobre curiosidades como os ‘campeões de vendas’, mais caros e mais baratos, e também sobre as principais diferenças do antigo mercado para o atual. Confira na videorreportagem abaixo. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! [[legacy_youtube_gMcEWsK2t78]] O imóvel conta com 2 mil m² e 20 ‘boxes’, além de comércio também no mezanino, subindo as escadas. A mudança para o espaço atual foi muito elogiada. Alex de Andrade Vieira citou os comentários dos clientes de seu estabelecimento para pautar o nível de satisfação com o ambiente. “Costumo falar que a voz do cliente é a voz da razão. Então, o pessoal elogia bastante a estrutura nova, que é aconchegante. Já éramos conhecidos como algo turístico, sempre vinham de outras cidades para comprar e, hoje, temos mais conforto, com ar-condicionado e em um prédio mais moderno”, explica. Perguntado sobre o “campeão de vendas” em seu ‘box’, respondeu: “Falamos que vendemos muito de tudo, graças a Deus. Mas a pescada e o camarão são dois dos mais pedidos”. Em outro ‘box’, a comerciante Ivonis Paulo da Silva também citou os benefícios da mudança. “Temos bastante clientela, que vem tanto para visitar [o mercado] quanto para comprar peixes. As vendas continuam, ao menos para mim, as mesmas ou até melhores, e estou adorando!”, diz. Ivonis também comentou que, da lista dos peixes mais “exóticos” de seu estabelecimento, o linguado está no topo e tem uma grande saída. “Vendemos sempre. Ele é exótico porque tem os dois olhos do mesmo lado, sendo que uma parte é branca e, a outra, escura. Isso chama muito a atenção dos clientes”, revela. [[legacy_image_44797]] Por sua vez, Mikael Andrade explicou que os mais caros de seu estabelecimento são os mais “nobres”, como o robalo. “Dos mais ‘em conta’, está a ‘pescadinha’, que é um peixe mais caiçara”. Sobre o mais exótico, afirmou: “Já vendemos aqui o ‘king crab’, que é aquela pata de carangueijo bem grande e vem do Alasca”. No ramo há mais de 20 anos, José Roberto Mandu teceu elogios sobre a estrutura do novo mercado. “Aqui é um lugar adequado para trabalharmos e é muito, muito bom”, diz. “Esta construção é muito boa para todos nós”. Por fim, a comerciante Jurema Nascimento da Silva explicou que o movimento da clientela melhorou depois da mudança. “Aumentou muito! Na ‘rua do peixe’, eram poucos clientes, mas, aqui, aumentou cerca de 70%”. [[legacy_image_44798]] E, falando de clientes, esses também se mostraram satisfeitos. Manoel Correia, que é dono de restaurante, elogiou a limpeza do local. “Ficou muito bom, até para eles armazenarem melhor a mercadoria”. Por sua vez, o contador Wilson Carvalho comparou os dois ambientes, do passado e do presente. “A limpeza [é o principal diferencial], entendeu? Ficou bem melhor nesse ‘novo estilo’, sem aquelas moscas”, finaliza.