[[legacy_image_23573]] A Casa da Esperança de Santos registrou uma queda de 25% nas arrecadações durante este período de pandemia da Covid-19. A instituição – que no mês que vem completa 63 anos de trabalhos – atende quase 250 crianças e adolescentes com deficiências físicas ou intelectuais. Apesar da quarentena, a Casa da Esperança mantém contato com os pacientes da reabilitação infantil por meio de videochamadas e materiais didáticos com sugestões de atividades para pais e cuidadores. No entanto, com a diminuição na arrecadação, a principal preocupação tem sido com os colaboradores. Por isso, um dos esforços da diretoria executiva voluntária é para manter o quadro composto por 80 profissionais mesmo durante o período de pandemia. Por se tratar de uma organização sem fins lucrativos, normalmente, a principal fonte de arrecadação da instituição vem das doações feitas pela própria comunidade, que antes do novo coronavírus representavam cerca de 60% do total da receita líquida. O Poder Público, por meio de convênios, faz repasse de verbas, complementadas por eventos beneficentes, que, neste momento, não estão acontecendo. Colaboradores Manter os profissionais é importante até mesmo para o momento pós-pandemia. Até porque a entidade afirma que está se preparando para uma possível abertura gradual dos atendimentos, tão logo sejam criados processos e protocolos de segurança com a supervisão da diretoria clínica. "Entendemos que o momento do nosso doador não é o melhor”, afirma a relações públicas da Casa da Esperança, Danielle Passos. Pensando nessa dificuldade, que vem afetando a todos, eles estão reforçando a campanha de doação via Nota Fiscal Paulista. “Por meio dela, o doador pode realizar suas compras diárias e direcionar os créditos para a Casa da Esperança de Santos”, explica Danielle.