[[legacy_image_182255]] Santos deverá ter, em até quatro meses, os 26 radares para fiscalização eletrônica previstos em pleno funcionamento. A expectativa é da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Os dois primeiros pontos, na Avenida Martins Fontes, altura do número 465 (curva da Sancap), e na Avenida Engenheiro Sergio da Costa Matte (antiga Perimetral) — próximo ao Viaduto da Santa, no sentido Ponta da Praia/Centro, e à Rua Manoel Tourinho/Monumento ao Trabalhador Portuário, no sentido Centro/Ponta da Praia — já estão em operação. De acordo com a diretora de Planejamento e Projetos da empresa, Luciane Beck, há a ideia de que dois radares entrem em funcionamento por semana. O calendário de ativações, no entanto, ainda não está definido, pois depende das aferições realizadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). “Não dá para fazer uma previsão exata. Após a aferição, o Inmetro emite um laudo, que pode ser encaminhado no dia seguinte ou em uma semana”, explica. A escolha dos dois primeiros pontos, de acordo com a diretora da CET, ocorre por causa das características das duas vias. “Embora tenham boa sinalização, ainda continuam com pessoas que abusam da velocidade. Então, é sempre importante utilizar instrumentos para reforçar a segurança.” EmpresaA empresa Splice Indústria e Comércio Ltda., vencedora da licitação, vem instalando os novos aparelhos em diversos pontos. O valor do contrato é de R\$ 3,990 milhões. Desde 12 de abril, quando foi encerrado o contrato com a Tecdet Tecnologia, a fiscalização eletrônica estava suspensa em Santos. No entanto, Luciane Beck reforça que a ausência dos radares não é sinônimo de impunidade no trânsito. “O que vale é a sinalização presente. O radar não regulamenta, mas sim, placas e semáforos, por exemplo. Ele é um instrumento de fiscalização e serve para induzir as pessoas a respeitarem a sinalização existente no local, e, com isso, diminuir o número de acidentes.”